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agosto 2016

Ginecomastia pode ser resolvida com Cirurgia Plástica

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Mais conhecida como cirurgia de redução de mamas masculina, a cirurgia de ginecomastia vem se tornando mais popular entre a comunidade masculina. Esse procedimento tem sido de grande auxílio para pessoas de todas as idades que sofrem com esse problema.
Normalmente essa cirurgia é feita após grande perda de peso. Por isso requer incisões mais longas e um contorno maior devido à grande quantidade de pele, tecido e gordura da região. O objetivo é esculpir um peito masculino natural, onde cicatrizes sejam posicionadas discretamente.


A técnica mais utilizada é a incisão em forma de U na borda inferior da aréola onde a cicatriz acaba se misturando melhor com a pele. Já os casos mais extremos, em que geralmente a pele é mais rígida, o procedimento mais indicado é a técnica de ancora, que acaba deixando uma cicatriz mais visível, mas ainda sim com contornos ideais.
Depois do procedimento é necessário cuidado com as cicatrizes para que não desenvolvam hipertrofia ou quelóides. O fechamento adequado da ferida, com técnicas de sutura profunda para minimiza tensões na pele, é uma maneira de promover a boa cicatrização e deixá-las menos evidentes.
Para mais informações sobre essa técnica procure um médico da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, médico especializado nesse tipo de procedimento. Com a ajuda de um profissional é fácil descobrir a técnica mais aconselhável para cada tipo de corpo. Acesse:http://www2.cirurgiaplastica.org.br/encontre-um-cirurgiao/

Fonte: American Society for Aesthetic Plastic Surgery

Atualização SBCP App

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Em sua próxima atualização, uma das novidades é o patrocinado. É a possibilidade de patrocinadores e parceiros criarem publicações de destaque que aparecerão nos feeds de notícias, eventos e publicações. Isto vai permitir que o aplicativo receba ainda mais informação com conteúdo direcionado que vai interessar o público do app direcionadamente.

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Presidente pede apoio a AMB

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“A AMB é quem emite o título de especialidade. Ela é a dona. É quem tem maior legitimidade para defendê-lo. Precisarmos apoiar a entidade em todos os sentidos para que isso aconteça, inclusive o financeiro”, disse Luciano Chaves, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, durante a reunião do Conselho Deliberativo da Associação Médica Brasileira, que acontece no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza.

Luciano Chaves ressaltou a importância da AMB, nacional e internacionalmente, na segurança do paciente e na defesa da especialidade e defendeu o fortalecimento institucional e operacional da AMB como condição fundamental para que a entidade continue lutando pela saúde brasileira, pelas Sociedades de Especialidade e pelos pacientes.

Britânico recebe transplante duplo de mãos

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‘Agora eu estou inteiro’: 3 anos após acidente, britânico recebe transplante duplo de mãos

Acima, Chris King depois do transplante duplo; abaixo, a mão esquerda dele antes da cirurgia

O britânico Chis King, de 57 anos, espera ansioso pelo momento em que vai poder segurar uma garrafa de cerveja, jardinar e andar de bicicleta novamente. Recentemente, ele ganhou duas novas mãos de um doador, num bem-sucedido transplante duplo.

King teve suas mãos tragadas por uma máquina de metal no trabalho, há três anos. Perdeu todos os dedos, exceto os polegares.

Considerada um sucesso, a operação foi a primeira do tipo no Reino Unido. O transplante foi realizado no Hospital Geral de Leeds, no norte da Inglaterra.

“Elas parecem incríveis. Foi melhor que ganhar na loteria, eu me sinto inteiro novamente”, conta King.

“São as minhas mãos. São realmente minhas. Meu sangue está passando por elas. Meus tendões esão conectados.”

Cerveja

King mal consegue esconder a ansiedade para tirar os curativos e olhar as mãos propriamente.

Ele diz que não se lembrar mais como eram suas mãos. “Parte do meu cérebro ficou bloqueado”, relata, acrescentando que se recorda do acidente e que não há mais dor nem trauma.

Segundo o paciente, as mãos do doador se encaixaram perfeitamente – quer começar a usá-las logo para fazer coisas como segurar uma garrafa de cerveja e usar uma camisa com botões novamente.

King também planeja usar o cortador de grama para cuidar do jardim e, amante do ciclismo, sonha em andar de bicicleta outra vez.

O cirurgião plástico Simon Kay, do Hospital Geral de Leeds, com King

Responsável pelo transplante, o professor e cirurgião plástico Simon Kay fez questão de apresentar King a outro paciente, Mark Cahill, o primeiro a receber, em 2012, um transplante de mão no Reino Unido.

King diz que se sentiu encorajado pela experiência bem-sucedida de Cahill – os dois ficaram amigos.

“Vamos poder apertar a mão um do outro. Isso vai ser maravilhoso”, conclui King.

Segundo o médico, a cirurgia pode ter sido inédita.

“É a primeira vez, pelo menos que tenho conhecimento, que um transplante de mão foi feito não acima do pulso, mas dentro da mão em si, o que torna o processo mais difícil e complexo.”

Fonte: BBC.com

App SBCP

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– Quais benefícios aos usuários na agilidade das informações?

     Como todo aplicativo que usa a Internet, o da SBCP trará, em tempo real, o ambiente da Sociedade à tela de seu Smartphone, com as mais recentes notícias, com a descrição de cases, alertas, recomendações, novidades, eventos, além de propiciar a congraçamento da comunidade médica de Cirurgia Plástica em um ambiente de fácil manuseio e protegido por máxima segurança com as tecnologias de mercado específicas para tal.

– Como acessar o aplicativo SBCP e sanar as dúvidas?

      O Aplicativo poderá ser baixado por meio da App Store (iPhone) e Google Play (Android). Uma vez baixado, estará disponível na tela do Smartphone,  podendo ser acessado de acordo com a vontade do usuário. Para os Membros da SBCP, o primeiro acesso se dará digitando e-mail (login)  e senha, podendo esses dados ficarem gravados no Smartphone, dispensando essa informação nos acessos seguintes.

      Para a comunidade em geral, o Aplicativo, quando baixado no SmartPhone, fornecerá notícias hoje veiculadas no site da Sociedade e novas informações sobre os médicos associados.  A área interna do Aplicativo é restrita aos Membros da SBCP.

 

Reportagem Fantástico – Ivo Pitanguy

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Reportagem do Fantástico (TV Globo) sobre o velório de Ivo Pitanguy, neste domingo, 7 de agosto, mostrou um pouco sobre da trajetória do “mestre do bisturi”, sua generosidade, sensibilidade e admiração de pessoas dos mais diversos segmentos que cativou ao longo da vida.

Professor Ivo Pitanguy

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“O que vale na vida não é o ponto de partida e sim a caminhada. Caminhando e semeando, no fim terás o que colher.” Cora Coralina

 

                                  ✰05 de julho de 1923 ✞ 06 de agosto de 2016

 

Ivo Hélcio Jardim de Campos Pitanguy… “Professor Ivo Pitanguy”! A história da Cirurgia Plástica brasileira se funde com história deste homem.

O sentimento que inunda a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, com o falecimento de nosso Patrono é o de orfandade. Embora consternados com este vazio, seus ensinamentos, sua determinação, e delicadeza são sentimentos que nos confortam. O mestre, uma pessoa humana, idealista que compartilhou o seu conhecimento cientifico e ético com os cirurgiões plásticos do mundo. A memória emerge à obrigação de vivermos como se ele estivesse presente. E assim será! Seu legado ficará para a cirurgia plástica brasileira e mundial.

Professor Pitanguy segue vivo no bem social e humanitário da especialidade, e na incansável luta pela retidão moral, competente e seguro da Cirurgia Plástica.

 

São Paulo, 06 de agosto de 2016.

 

Diretoria Executiva Nacional

Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica

 

Ivo Pitanguy conduz a tocha olímpica em Botafogo, na Zona Sul do Rio

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A tocha seguiu sua trajetória na manhã desta sexta-feira (5) pelas ruas do Rio de Janeiro, conduzidas por personalidades do esporte, da música e de outros segmentos. O cirurgião plástico Ivo Pitanguy, que também já foi um poliesportista, conduziu a tocha pela Rua São Clemente, em Botafogo, na Zona Sul do Rio de Janeiro, e a repassou para o jornalista Idalicio Filho. O prefeito do Rio, Eduardo Paes, acompanhou o jornalista e a passagem da chama no Palácio da Cidade.

A passagem da tocha no Palácio do Cidade não pode ser acompanhada pelo público em geral, mas logo em seguida a chama retornou à Rua São Clemente, nas mãos do ex-jogador de vôlei da seleção brasileira, Dante.

Cirurgião recebeu o convite para carregar a chama olímpica em junho

Depois de ter sido acesa no Cristo, com a presença do prefeito Eduardo Paes e do cardeal arcebispo do Rio de Janeiro Dom Orani, que leu os votos feitos pelo Papa para os Jogos, a tocha passa ainda nesta sexta-feira por outro ponto turístico, o Pão de Açúcar. A trajetória inclui toda a orla, passando por São Conrado, Leblon, Ipanema e Copacabana.

O chef Claude Troisgros, a bicampeã olímpica Fabi, o ex-nadador Cyro Delgado, a carnavalesca Rosa Magalhães, o ator e apresentador Márcio Garcia, o cantor Jorge Ben Jor, o músico e sambista Martinho da Vila, o presidente do COI, Thomas Bach, o presidente do COB e do comitê organizador dos Jogos, Carlos Arthur Nuzman,  o jornalista Nelson Motta, o cineasta Cacá Diegues e a triatleta Fernanda Keller foram alguns dos que também participaram do revezamento nesta sexta-feira.

A Tocha Olímpica simboliza o elemento fogo em homenagem a deusa Hera, divindade que era reverenciada e temida pelos gregos na Antiguidade. A tradição de ser acesa meses antes dos Jogos Olímpicos — alusão à cidade de Olímpia onde aconteciam as competições — começou na edição de 1936, em Berlim, inspirado no antigo hábito dos gregos de acender a pira após a tocha percorrer alguns pontos da cidade de Olímpia.

Acesa em 21 de abril, a chama Olímpica viajou por alguns dias na Grécia até o embarque para o Brasil, onde chegou no dia 27 do mesmo mês, exatos 100 dias antes da abertura dos Jogos. No dia 3 de maio, em Brasília, começou o revezamento da Tocha por todo o país.

Um processo seletivo elegeu a maior parte dos 12 mil condutores que tiveram a oportunidade de levar a tocha por cerca de 200 metros (em média) nas ruas de 300 cidades brasileiras. O cirurgião plástico Ivo Pitanguy foi convidado para conduzir a tocha no início de junho deste ano.

Fonte: Jornal do Brasil.

Ancelmo Góis: Polêmica dos diplomas da UVA

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Polêmica dos diplomas da UVA emitidos para colombianos tem novo capítulo.

A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) pediu que governo da Colômbia cancele os títulos de especialista em cirurgia plástica que emitiu a partir de diplomas da Universidade Veiga de Almeida conferidos a médicos colombianos. Segundo a SBCP, eles são ilegais e os colombianos vieram aqui fazer “cursos de final de semana”.

Segue…
O pedido foi feito, quarta, pelo presidente da SBCP, Luciano Chaves, ao vice-ministro da Educação colombiano Francisco Javier Cardona Acosta.

O outro lado
A UVA se pronunciou sobre o caso. Leia a nota na íntegra:
“A UVA emitiu aos médicos que cursaram a Pós-Graduação em Cirurgia Geral e Cirurgia Plástica Estética um certificado de conclusão de curso, como cabe a todos aqueles que concluem cursos de especialização na instituição. A validação para o exercício da profissão não cabe à universidade, pois é definida pela legislação vigente nos países onde o profissional irá atuar.
Todos os cursos ministrados pela Universidade Veiga de Almeida (UVA) são legalizados e estão dentro dos parâmetros estabelecidos pelo Ministério de Educação (MEC), inclusive o Curso de Pós-Graduação em Cirurgia Geral e Cirurgia Plástica Estética, ministrado em parceria com a Sociedade Brasileira de Medicina e Cirurgia Plástica Estética, de 2003 a 2013 somente para alunos graduados em Medicina. Aos alunos estrangeiros, a universidade exigia a apresentação de diploma e título de Medicina, com tradução juramentada, e reconhecimento do Ministério de Relações Exteriores do Brasil.
A UVA oferecia toda a infraestrutura necessária para a realização do curso, que era presencial e tinha duração de mais de duas mil horas durante três anos, das quais 672 horas de práticas clínicas em instituições especializadas. Para se formar, o aluno tinha que ser aprovado nos exames teóricos e cumprir o total de horas dedicado às práticas clínicas.”

Fonte: http://blogs.oglobo.globo.com/ancelmo/post/polemica-dos-diplomas-da-uva-emitidos-para-colombianos-tem-novo-capitulo.html