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março 2017

Mutirão Goiânia 2017

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SBCP e Fundação Ideah promovem mutirão de cirurgias plásticas em Goiânia

100 pacientes foram beneficiados, entre eles, crianças vítimas de bullying com orelha de abano

A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica por meio de seu departamento de ação social e da Fundação Ideah (Instituto de Desenvolvimento Ensino e Ação Humanitária) realizaram no dia 29 de março, em Goiânia, o V Mutirão De Cirurgias Plásticas, destinado à população carente que se encontra na “fila” do SUS para diversas cirurgias reparadoras como bullying, ginecomastia, hipertrofia mamária, tumores de pele e queimaduras.

Três hospitais públicos participaram do Mutirão: Hospital das Clínicas, Hospital Geral de Goiânia (HGG) e Santa Casa de Misericórdia. Todos os pacientes foram escolhidos previamente pelos serviços de cirurgia plástica de cada hospital.

O Mutirão antecede a 30º Jornada Centro-Oeste de Cirurgia Plástica, que ocorre na capital goiana nos dias 30 de março e 1 de abril no Hotel Castro, onde cirurgiões plásticos de todo Brasil discutirão as modernas técnicas para as cirurgias de mama. Confira a galeria de imagens do o V Mutirão De Cirurgias Plásticas da Fundação Ideah/SBCP. Confira imagens do Mutirão nas redes sociais da SBCP.

Fim do Mutirão no HGG. 20 cirurgias no total

 

Fim do Mutirão no HC deGoiânia. 25 pacientes operados

 

Diretoria SBCP, Ideah e equipe Santa Casa de Goiânia. 20 cirurgias realizadas

Cigarro não combina com Cirurgia Plástica

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1- Fumar compromete a função cardiovascular e pulmonar, aumentando os riscos durante e após o procedimento.

2- Os pulmões dos fumantes não respondem da mesma forma que os de não fumantes à anestesia, o que aumenta os riscos.

3- Fumantes tem processo de recuperação mais longo e a cicatrização é prejudicada.

E então, já largou este vício? Se você está planejando se submeter a um procedimento aproveite a oportunidade e deixe esse hábito de lado!

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Nota tércnica: Implantes de silicone

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MATÉRIAS VEICULADAS NA MÍDIA EM 22 de março de 2017

O FDA (Food and Drug Administration), reportou associação de 9 mortes (em 359 casos) de um tipo raro de linfoma – Linfoma Anaplásico de Células Grandes (ALCL), desenvolvidos na cápsula orgânica ao redor de implantes mamários de silicone. Desde a primeira comunicação em 2011 correlacionando este tipo de tumor aos implantes mamários vários estudos foram, e seguem sendo realizados sem que se possa, até o momento, estabelecer parâmetros científicos para essa associação.

Os estudos apresentados envolveram uma análise de eventos adversos reportados em pacientes de 37 países, entre os quais o Brasil, selecionados por serem os que mais utilizam este tipo de dispositivo. Foi utilizado para o estudo um banco de dados de registros de tumores deste tipo (Linfoma Anaplásico de Células Grandes). Como resultado a FDA afirma ser impossível afirmar cientificamente o número exato de casos, em função dos relatos limitados de problemas e da falta de informações globais sobre implantes.

De acordo com a ASAPS (American Society for Aesthetic Plastic Surgery) cerca de 290 mil mulheres foram submetidas a cirurgias de implantes mamários por razões estéticas e 109 mil para reconstrução mamária com implante, nos USA no ano de 2016.

As evidências científicas da literatura mostram que este tipo de tumor, representa 0,0003 % de mulheres portadoras de implante, o que demostra uma incidência extremamente baixa, e que, segundo a FILACP (Federação Latino-americana de Cirurgia Plástica), não permite estabelecer nenhuma associação estatisticamente significativa entre o surgimento do Linfoma Anaplásico de Grandes Células e qualquer característica de implantes, do paciente ou do tipo de cirurgia. Mesmo assim esta possibilidade deve fazer parte de protocolo de seguimento dos pacientes, principalmente nos casos de seromas tardios, bem como deve constar do instrumento de consentimento informado.

Diante do exposto a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) tranquiliza a população, portadora de implantes ou não, reiterando a afirmação do FDA em seu comunicado que diz: “se você é portadora de implantes mamários não há necessidade de mudar os cuidados médicos de rotina e acompanhamento”.

São Paulo, 24 de março de 2017

Comissão Nacional de Silicone – SBCP
Diretoria Executiva – Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica

Expectativas irreais na Cirurgia Plástica – A melhor forma de lidar com elas.

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Todo cirurgião plástico convive diariamente com pacientes que entram em seus escritórios a procura de resultados que não podem ser alcançados com cirurgias: desejo de se parecer com suas celebridades favoritas, salvar um relacionamento, curar sua depressão ou várias outras razões não ideias. Depois de mostrar o possível resultado, por meio de imagens de antes e depois, muitos pacientes acabam percebendo que é necessário repensar em suas expectativas e se conformar com o resultado. Mas o que fazer com aqueles que já vêm para consulta movidos por razões erradas?
Não é complicado diagnosticar pacientes que sofrem de algum problema de saúde que os impede de realizar cirurgias plásticas: anorexia nervosa, diabetes e distúrbios hemorrágicos, por exemplo. No entanto, fatores não físicos acabam sendo características menos notáveis e podem passar despercebidas. Esses pacientes com “segundas intenções” se tornam os mais prováveis a não se sentirem satisfeitos após a cirurgia por conta de esperarem resultados irreais, e isso acaba prejudicando a publicidade do médico e sua clínica, já que pacientes descontentes não fazem boa propaganda.
Para evitar realizar procedimentos em pessoas que esperam “o impossível” é importante fazer as perguntas certas e estabelecer uma relação médico-paciente sólida. As melhores perguntas logo de início são as mais abertas (em vez de simplesmente “sim” e “não”) e os tópicos tratados devem ser: o que o paciente quer mudar, o porquê dessa mudança e o que irá mudar na vida dele após o procedimento. É com essa conversa que fica mais fácil identificar a motivação por trás do pedido, analisar se é um desejo pessoal ou uma forma de agradar outra pessoa, seja no trabalho ou vida pessoal.
Ouvir atentamente o que é dito e não dito é essencial. Quando a pessoa se sente à vontade para confiar no doutor ela irá dizer (direta ou indiretamente) o que é preciso para que ele decida se irá operar ou não. Mesmo se o médico decidir não realizar a plástica, ele pode recomendar algum procedimento não cirúrgico e menos invasivo, outras orientações como medicamentos ou simplesmente uma mudança no estilo de vida com atividades físicas e uma alimentação mais saudável.
Dado vindo da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS) diz que cerca de 30% dos pacientes são rejeitados por um cirurgião plástico por não terem expectativas reais. Por isso, na hora da decisão o mais importante são os questionamentos: a cirurgia solicitada pode ser feita com segurança? Existem mais chances de sucesso ou de fracasso?
Fonte: Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS)

SBCP participa do Conselho Deliberativo da AMB

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Representada pelo Dr. Níveo Steffen, da Diretoria Nacional, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica participou hoje da reunião do Conselho Deliberativo da AMB.
Níveo já fez sua primeira fala, enfatizando valorização da especialidade , fiscalização dos serviços, campanha nacional defesa da especialidade, invasão dos não médicos e a parceria da SBCP e AMB.
“A forte parceria da SBCP e AMB é fruto do trabalho de Florentino e Dr Luciano!”, ressalta Níveo.
Na oportunidade também foi feito um apelo à AMB e CFM para apoio na valorização do Especialista.

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Esclarecimento aos membros SBCP e SBD

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Considerando a grande inquietude circulante em mídias digitais, em face da publicação da Sentença (sem julgamento do mérito) de extinção da Ação Civil Pública promovida pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), Associação Médica Brasileira (AMB) e Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) em face do Conselho Federal de Odontologia (CFO); a SBCP esclarece o que segue:

A SBCP reitera o respeito, harmoniosa e positiva relação com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

O modo desta escrita, não havia como ser diferente, em face da indignação e frustração que toma de assalto todos os membros da SBCP, e certamente muitos dos membros da SBD. A SBD renunciou o polo ativo da Ação Civil Pública em face do Conselho Federal de Odontologia, tendo em vista que a SBD, unilateralmente, deixou de cumprir as exigências legais da Justiça Federal, conforme exposto no Diário Oficial, com o seguinte teor:

1. TRF1
Disponibilização: segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017.

Arquivo: 56
Publicação: 6

8ª Vara Cível – SJDF

Numeração única: 65512-85.2016.4.01.3400 65512-85.2016.4.01.3400 AÇÃO CIVIL PÚBLICA
AUTOR: SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA PLASTICA E OUTROS
ADVOGADO: SP00271636 – CARLOS MAGNO DOS REIS MICHAELIS JUNIOR
REU: CONSELHO FEDERAL DE ODONTOLOGIA
O Exmo. Sr. Juiz exarou: (…) franqueio o derradeiro prazo de 15 (quinze) dias para que a parte autora cumpra as diligências abaixo elencadas, sob pena de extinção do feito: regularizar a representação da autora SOCIEDADE BRASILEIRA DE DERMATOLOGIA, apresentando originais ou cópia autenticada da procuração, do estatuto social, bem como do documento que comprove a vigência do mandato de seu presidente. (…)

Com responsabilidade e estratégia jurídica, levamos ao Judiciário o pleito de ideais institucionais de defesa do ético exercício da especialidade, valorização do Título de Especialista, e, sobretudo segurança da população. É bem verdade que estas ações se enrobusteceram com a parceria da Associação Médica Brasileira (AMB); e pontualmente a aludida Ação Civil Pública promovida pela SBCP, SBD e AMB, em face do Conselho Federal de Odontologia.

Diante do não atendimento legal da SBD e expiração do prazo da decisão judicial, não restou outra alternativa ao jurídico da SBCP e AMB senão declinar da Ação Judicial, a fim de poupar a imagem das Sociedades médicas envolvidas, criando improcedência processual, especialmente à SBCP e AMB que se preocuparam com o deslinde da ação.

A despeito de imagem do documento legal, de renúncia da ação datado de 09/março/2017, é mister deixar pontificado que o mesmo ocorreu um mês depois da derradeira ordem judicial descumprida pela SBD.

Lamentamos a atitude da SBD em tão importante ação em benefício dos membros da SBD e SBCP.

A leitura que os membros da SBCP e, certamente muitos da SBD, fazem desta decisão seja um isolamento da SBD em face dos desafios éticos da medicina.

Ao cabo, resta-nos reiterar o espírito combativo e classista da SBCP e informar que a despeito da pública decisão judicial de 18/março/2017, a SBCP protocolou hoje 22/março/2017 (imagem a seguir), em forte parceria com a AMB e determinada pelo julgamento de mérito desta e todas as Ações Judiciais que invoquem o exercício pleno, ético e científico da especialidade.

A SBCP permanece receptiva e otimista em caminhar junto com a SBD no Projeto Nacional de Defesa da Especialidade.
São Paulo, 22 de março de 2017
SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA PLÁSTICA

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UNIFESP inaugura Ambulatório do Núcleo de Assistência Multiprofissional à Pessoa Trans

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No dia 24 de março, às 13h, a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) inaugura o ambulatório do Núcleo de Estudos, Pesquisa, Extensão e Assistência à Pessoa Trans Professor Roberto Farina.

Com o objetivo de oferecer assistência multiprofissional de saúde e promover o bem-estar da pessoa trans, o local possibilita o fortalecimento dessa população nos âmbitos acadêmico, científico, político e social.

O serviço conta com profissionais das áreas da antropologia, cirurgia plástica, enfermagem, fonoaudiologia, ginecologia, endocrinologia, psicologia, psiquiatria e serviço social.

O atendimento do ambulatório, que recebe o nome do professor Roberto Farina, cirurgião da EPM e pioneiro na cirurgia plástica urogenital para transexuais no Brasil (1971), acontece às terças-feiras, das 13h às 17h, na Rua Napoleão de Barros, nº 859, em conjunto com o Ambulatório de Medicina Geral e Familiar do Departamento de Medicina Preventiva da Escola Paulista de Medicina (EPM/Unifesp).

Os agendamentos são feitos exclusivamente por meio da Central de Regulação de Ofertas de Serviços de Saúde (CROSS-SUS), por indicação da triagem do Ambulatório de Saúde Integral para Travestis e Transexuais do Centro de Referência e Treinamento DST/AIDS-SP, localizado na rua Santa Cruz, nº 81, na Vila Mariana (tel.: 11 5087-9984).

A diretora do Departamento de Eventos Científicos da SBCP (DEC), Professora Lydia Masako Ferreira e o tesoureiro geral da SBCP, José Octávio Gonçalves de Freitas estão presentes na inauguração do Ambulatório representando a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

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Serviço
Inauguração do Ambulatório do Núcleo de Estudos, Pesquisa, Extensão e Assistência à Pessoa Trans Professor Roberto Farina
Data e hora: 24 de março de 2017, às 13h
Local: Anfiteatro Leitão da Cunha – Campus São Paulo da Unifesp
End.: Rua Botucatu, nº 740, Vila Clementino

Fotos do 2º Encontro da SBCP e ABLCP

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2º ENCONTRO NACIONAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA PLÁSTICA E ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE LIGAS DE CIRURGIA PLÁSTICA

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Presidente da SBCP, Luciano Chaves, faz palestra aos estudantes de medicina de Ligas Acadêmicas sobre Segurança em Lipoaspiração, durante o evento no Hotel Maksoud Plaza, em São Paulo.

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O Secretário Geral da SBCP, Níveo Steffen, fala ao lado do presidente, Luciano Chaves e representantes da ABLCP na abertura da 2° Encontro Nacional da SBCP e ABLCP.

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A presidente da SBCP-DF, Marcela Camarota fala das ação humanitária do Ideah e SBCP, o Mutirão de Reconstrução Mamária.

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2° Encontro Nacional da SBCP e ABLCP.

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Premiando melhor trabalho científico das Ligas de Cirurgia Plástica.
Premiado: João Vitor – UNINOVE SP