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setembro 2017

Ministro da Educação recebe a SBCP em audiência

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Em continuidade as ações do Projeto Nacional de Defesa da Especialidade, uma comitiva da SBCP foi até o Ministério da Educação para conversar com o ministro José Mendonça Bezerra Filho, na tarde da última quarta-feira, 27 de setembro. O vice-presidente da SBCP, Dr. Dênis Calazans, o coordenador dos capítulos da SBCP e co-editor da Revista Brasileira de Cirurgia Plástica e membro da Comissão Nacional de Ensino de Cirurgia Plástica na Graduação Médica da SBCP, Dr. Antonio Roberto Bozola e o Dr. João Mansur, se reuniram com o ministro para mais uma vez levar os pleitos da SBCP sobre a regulamentação do ensino da cirurgia plástica nas faculdades de medicina no Brasil.

Vale lembrar que, após a primeira visita do presidente da SBCP, Dr. Luciano Chaves ao Ministro, denunciando os cursos fraudulentos de pós-graduação em cirurgia plástica, houve o fechamento dos cursos de pós-graduação em cirurgia plástica nas faculdades do Grupo Facinepe, do Sul do país e posteriormente, a aprovação da Matriz de Competência da Residência em Cirurgia Plástica, elaborada pelo MEC, pela primeira vez de forma conjunta com a SBCP e define a formação, qualificação e competências do profissional em Cirurgia Plástica durante a residência médica na especialidade.

Uma parceria voltada para o fortalecimento da cirurgia plástica .

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Ministro Mendonça Filho cumprimenta o Dr. João Mansur e o Dr. Dênis Calazans
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Da esq. para a dir. Dr. Bozola, Mendonça Filho, Dr. Denis Calazans e Dr. João Mansur

Médicos voltam a usar tecido mamário das pacientes na modelagem dos seios

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Próteses muito grandes são deixadas de lado por mulheres que buscam peitos naturais

Um dos assuntos discutidos durante a última Jornada de Cirurgia Plástica do Rio de Janeiro, realizada no mês passado, foi a volta dos seios pequenos. Chefe do curso preparatório da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e coordenador da mesa sobre o assunto, Bruno Herkenhoff afirma que atualmente 30% das mulheres que chegam ao seu consultório querem trocar as próteses de silicone por outras menores ou buscam técnicas que não sejam tão invasivas. A principal delas é a mastopexia sem implante.

Embora não seja novidade, a cirurgia, que usa o tecido mamário da própria paciente para deixar os seios mais firmes e modelados, voltou a ter grande procura, principalmente por apresentar um resultado com aspecto mais natural. Outra vantagem é que, ao contrário da prótese, a mastopexia sem implante é uma operação única, não sendo necessária a volta à mesa de cirurgia, como acontece em alguns casos, para a troca de próteses. Herkenhoff explica que a técnica é recomendada para mulheres que têm sobras nos tecidos dos seios. A maioria de suas pacientes tem entre 30 e 50 anos.

Hoje, nós, médicos, temos discutido a real necessidade da colocação da prótese de silicone. Tentamos explicar às pacientes que é possível atingir um efeito semelhante com o seu próprio tecido, sem usar um corpo estranho. A moda do peitão passou, e as pessoas buscam um efeito natural, seios mais firmes e discretos — afirma.

Este foi o caso da administradora Michele Machado. Um ano após o nascimento da filha, ela consultou o médico em busca de seios mais durinhos e se surpreendeu por ele não a aconselhar a colocar as tão famosas próteses.

O médico analisou o meu tecido e disse que eu não precisva botar prótese. Achei ótimo, porque não queria correr o risco de passar por uma cirurgia de troca de implante daqui a dez, 15 anos, já com uma idade avançada. Fiquei com seios de menina de 15 anos — conta Michele.

Para as mulheres que buscam um formato arredondado, o cirurgião Marcio Walace recomenda a mastopexia com uma prótese pequena (de 175ml a 200ml), em que o médico retira o excesso de pele e coloca o implante apenas para criar o contorno no colo, mas mantendo o aspecto natural.

O resultado é uma mama mais discreta, não tão marcada — resume.

Fonte: O Globo

Leia mais: https://oglobo.globo.com/rio/bairros/medicos-voltam-usar-tecido-mamario-das-pacientes-na-modelagem-dos-seios-21876479#ixzz4tuDhfnk8

Vice-presidente da SBCP palestra na Argentina

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O vice-presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), Dr. Dênis Calazans, participou no dia 5 de setembro de um evento científico na Asociación Médica Argentina (AMA), promovido pela Sociedad de Cirugía Plástica de Buenos Aires (SCPBA). Dr. Calazans proferiu a palestra “La seguridad del cirujano plástico en el ejercicio profesional”, onde explicou para os cirurgiões plásticos argentinos como é o Projeto Nacional de Defesa da Especialidade, criado pela SBCP em 2016. O presidente da SCPBA, Dr. Carlos Pestalardo, também participou do painel.

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Morte de cuiabana na Bolívia alerta sobre grupos de “bonde da beleza”

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Elayne Mendes e Keka Werneck, jornal A Gazeta

 

A decisão de fazer uma cirurgia plástica, que oferece riscos como toda intervenção, não deve ser tomada sem os devidos cuidados nem movida por propagandas que ludibriam. Este é o alerta da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e do Conselho Regional de Medicina (CRM) em Mato Grosso, diante da grande movimentação de pacientes interessados em melhorar o corpo e que, atraídos por baixos preços, vão principalmente para a Bolívia e Venezuela. Muitos dos pacientes são captados por intermediadores e não conferem as condições locais.

O alerta surge diante da morte da cuiabana Janeane Rodrigues da Silva Fidelis Klug Cresqui, 42, a Jhane, que neste final de semana foi fazer uma lipoaspiração associada a uma abdominoplastia, em Santa Cruz de la Sierra, Bolívia. O corpo dela foi enviado para a família em um caixão.

“Eles levam grupos no ‘Bonde da Beleza’, juntam 10 e conseguem preço mais acessível, em países que estão em piores condições socioeconômicas que o Brasil, mas que, por isso mesmo, não têm regras rígidas sanitárias em hospitais e clínicas. É o barato que sai caro”, adverte o presidente da Sociedade, o cirurgião plástico Fernando Arruda.

Ressalta que há especialistas confiáveis na Bolívia, mas também profissionais sem a devida qualificação e que fazem autopromoção enganosa. “Posso citar o caso de um que veio aqui fazer uma palestra, atrair pacientes, e divulgou ter formação na Universidade de São Paulo (USP) com um dos amigos meus. Liguei para ele e negou, disse que esse sujeito nunca passou por lá”.

Segundo Arruda, após tais cirurgias, mortes e complicações tem sido mais frequentes, tanto é que já acionou o Ministério Público e a Defensoria Pública, para saber se tinham como interferir. “Responderam que não podem intervir em país alheio e então estamos de mãos atadas”.

Vice-presidente do Conselho Regional de Medicina, o cirurgião plástico Gabriel Felsky destaca que somente na Venezuela já são conhecidos pelo menos 18 óbitos. “Não tem nem medicamentos básicos devido à crise, como vão ter condições para operar?”, ressalta.

A Resolução 2056/2013, do Conselho Federal de Medicina, impõe uma série de regras para consultórios, clínicas e hospitais funcionarem. “Especialidade por especialidade, equipamentos mínimos exigidos, medicamentos disponíveis, alvarás. E lá? Têm isso? Fazem os exames prévios que são fundamentais? Os pacientes recebem essas informações? No entanto, são livres para ir e vir”.

Quanto ao preço, conforme o CRM são mais baixos principalmente porque não precisam atender a tantas exigências e não pagam impostos sobre próteses, como as mamárias.

O cirurgião Fernando Arruda afirma que usam próteses da China, que são mais suscetíveis a infecções. “Não atendo pacientes que têm complicações pós-cirúrgicas vindos destes países, mas abri uma exceção para uma mulher que estava com infecção generalizada. Ficou 15 dias em estado grave internada aqui”, relata, chamando a atenção também para este problema.

Sonho estético

Com desejo de aumentar os seios desde a adolescência, a esteticista Sâmara Alves, 27, se viu encorajada em ir para a Bolívia fazer a mamoplastia após 3 amigas retornarem do país vizinho com um bom resultado. Ela chegou a fazer orçamento em diversas clínicas em Cuiabá, mas não conseguiria pagar. “Então peguei o contato com umas amigas que já haviam ido para lá fazer cirurgia plástica, entrei em contato e pedi um orçamento. Ela logo me informou que ficaria em R$6.500, incluindo a consulta e os exames necessários”.

Sâmara explica que tudo é pelo aplicativo Whatsapp. Ela encaminhou uma foto dos seios e informou o tamanho da prótese que gostaria de colocar. “Eu queria colocar 290 ml, mas quando cheguei na clínica, o médico disse que eu não ficaria satisfeita com o tamanho e me sugeriu colocar 350 ml. Fui pela opinião médica e não me arrependi”.

A esteticista conta que foi em grupo com mais 6 mulheres que fariam cirurgias distintas. As pacientes eram de Cuiabá, Várzea Grande e Porto Velho. Sâmara saiu de Cuiabá dia 31 de abril e chegou em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, no dia 1º de março. Rapidamente, ela e as demais mulheres foram encaminhadas para a clínica, onde passaram por um questionamento e exames preliminares exigentes. No dia seguinte, ela já entrou no centro cirúrgico.

Após o procedimento, foi encaminhada para uma casa de repouso, onde uma enfermeira e uma auxiliar cuidavam dela e das demais pacientes. “Eu fiquei lá até o dia 7, quando recebi alta. E assim com fui, voltei de ônibus e graças a Deus está tudo bem e não tive problema nenhum”.

Assim como Sâmara, a cabeleireira Lucineia Paixão, 38, também foi para a Bolívia em um grupo formado por mulheres de várias cidades do país. Só que ao contrário da esteticista as cirurgias pelas quais passaria não deram certo e ela quase morreu. Ela foi para lá fazer uma abdominoplastia e mamoplastia, em junho de 2016. “Primeiro o médico colocou as próteses e tudo estava indo bem, até que iniciou a cirurgia no abdomen e minha frequência cardíaca foi caindo. Rapidamente me deram adrenalina e os batimentos voltaram ao normal”.

Mesmo após o susto, o médico finalizou a segunda cirurgia e deu alta para a cabeleireira. Ainda no caminho de retorno para Cuiabá, ela começou a ter febre. “Quando cheguei fui direto para a Unidade de Pronto Atendimento, onde foi constatada a infecção generalizada. Fiquei na UTI por 15 dias. Segundo o médico, o motivo seria a falta de esterilização adequada dos equipamentos utilizados”.

Amparo judicial

Nos casos como o de Jhane, se a família da vítima pensar em acionar judicialmente ou pedir investigação do médico ou clínica na Bolívia, terá que cumprir um caminho difícil.

O advogado Cláudio Stábile explica que quanto à investigação, teria que fazer um pedido formal ao governo boliviano. Do ponto de vista judicial, o caminho é acionar no país onde a cirurgia ocorreu ou no sistema judiciário mato-grossense. “Isso se a captação entrou em nosso território ou se as negociações foram feitas via internet também dá para entrar por aqui, caso contrário não”.

O judiciário local, através de carta rogatória e contando com tratados entre as nações, pode solicitar que o acusado preste depoimento na cidade de residência dele. Pode também pedir perícia à polícia de competência. Porém, tudo isso demanda tempo. “É trabalhoso, vai depender de outro sistema policial e judicial, outra cultura”.

Fonte: A Gazeta – Cuiabá

http://www.gazetadigital.com.br/conteudo/show/secao/9/og/1/materia/521674/t/morte-de-cuiabana-na-bolivia-alerta-sobre-grupos-de-bonde-da-beleza

 

Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica participa de intercâmbio científico na Itália

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Cirurgiões plásticos brasileiros tiveram destaque no evento da Sociedade Italiana de Cirurgia Plástica

 Em busca de compartilhar e adquirir novos conhecimentos é que a diretoria da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) participou na última semana do 66º Congresso Nacional da Sociedade Italiana de Cirurgia Plástica, Reconstrutiva e Estética, nos dias 21,22 e 23 de setembro no Forum Monzani, em Modena – Itália.

O último dia do evento, 23, foi dedicado ao encontro entre brasileiros e italianos no 1º Encontro Conjunto da Sociedade Italiana e Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, que contou com diversas aulas de temas científicos e uma palestra do presidente da SBCP, Luciano Chaves, sobre as “Ações Institucionais da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica no Intercâmbio Internacional” que citou o  I Fórum Mundial – Segurança, Intercorrência e Defesa da Cirurgia Plástica, realizado pela SBCP no primeiro dia do 53º Congresso Brasileiro de Cirurgia Plástica em 2016.

Para Luciano Chaves, o intercâmbio científico é de extrema importância para o desenvolvimento e fortalecimento da cirurgia plástica. “É de extrema importância a aproximação da cirurgia plástica brasileira, que é referência no mundo todo, com as associações internacionais, a exemplo do que aconteceu em 2016 com o encontro franco brasileiro e este ano com o ítalo brasileiro, corroborando a amizade e união gemelar das instituições e, aprimorando cada vez mais a cirurgia plástica nacional”.

Além das aulas e palestras, houve ainda um momento de homenagem entre os representantes das duas sociedades. A diretora do Departamento de Eventos Científicos, Lydia Masako Ferreira, os ex-presidente da SBCP, Farid Hakme e Osvaldo Saldanha, a conselheira da SICPRE Stefania de Fazio e o presidente da SICPRE Giorgio De Santis, receberam as homenagens.

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Giorgio Di Santis e Stefania di Fazio entrgam homenagem ao Dr.CarlosSaldanha

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Giorgio Di Santis e Stefania di Fazio entrgam homenagem ao Dr.Nelson Piccolo

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Giorgio Di Santis entrega homenagem ao Dr.Farid Hakme

Presidente da SBCP_Luciano Chaves_ e o Presidente da SICPRE Giorgio De Santis_ durante o 1º Encontro Conjunto entre a Sociedade Italiana e a SBCP_2
Presidente da SBCP Luciano Chaves  e o Presidente da SICPRE Giorgio De Santis  durante o 1º Encontro Conjunto entre a Sociedade Italiana e a SBCP

Ação humanitária em Maceió beneficia 50 pacientes

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No dia 13 de setembro foi realizada a I Ação Humanitária da SBCP-DAS e Fundação IDEAH com apoio da Regional Alagoas em Maceió.
Estiveram presentes na visita aos hospitais os doutores: Pedro Martins-F IDEAH; Sebastião Guerra-DAS e Viviane Mendonça-presidente Regional Alagoas.

RELATÓRIO
Hospital Sanatório: 15 pacientes
Santa Casa de Maceió: 10 pacientes
Hospital Santa Rita – Palmera dos Índios: 10 pacientes
Hospital Universitário UFAL: 15 pacientes

Ao final das visitas a comitiva foi convidada pelo dr. Fernando Gomes da Regional Alagoana e presidente da Sociedade de Medicina de Alagoas a conhecer as instalações do Museu de Medicina de Alagoas.

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SBCP elege novas diretorias para o biênio 2018-2019

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A apuração dos votos da eleição para a diretoria nacional e regionais da SBCP para o próximo biênio (2018-2019) aconteceu na última sexta-feira, 8 de setembro, na sede da Sociedade, em São Paulo. Com transmissão ao vivo pelo site da SBCP, a apuração contou com a presença dos candidatos das duas chapas concorrentes a diretoria nacional, candidatos de chapas regionais e membros da SBCP que preferiram conferir a apuração in loco.

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Comissão eleitoral, diretoria nacional e diretorias eleitas

 
Confira abaixo os resultados:

DIRETORIA NACIONAL

Chapa 1: Ciência, Modernização e Defesa
Presidente: NÍVEO STEFFEN
1º Vice-Presidente: WILSON CINTRA JUNIOR
2º Vice-Presidente: FRANCISCO DE ASSIS MONTENEGRO CARVALHO
Secretário Geral: DÊNIS CALAZANS LOMA
Secretária Adjunta: MARCELA CAETANO CAMMAROTA
Tesoureiro Geral: LEANDRO DA SILVA PEREIRA
Tesoureiro Adjunto: RODRIGO DE FARIA VALLE DORNELLES

VOTOS APURADOS
CHAPA 1 = 720
CHAPA 2 = 474
BRANCOS = 15
NULOS = 13

DIRETORIAS REGIONAIS:

REGIONAL ALAGOAS

Chapa Única: União
Presidente: LOURIVAL CEZAR DE OLIVEIRA
Secretária: VIVIANE HONÓRIO MENDONÇA DA COSTA
Tesoureiro: PEDRO LOPES GOMES

VOTOS APURADOS
CHAPA ÚNICA = 7
BRANCOS = 0
NULOS = 0

REGIONAL AMAZONAS

Chapa Única: Plástica AM Forte
Presidente: JOSÉ RENATO BARBIERI GALLO
Secretário: EULER ESTEVES RIBEIRO FILHO
Tesoureiro: GUSTAVO EMILIO LLANO CABRERA

VOTOS APURADOS
CHAPA ÚNICA = 9
BRANCOS = 0
NULOS = 1

REGIONAL BAHIA

Chapa Única: Compromisso e Ciência
Presidente: JOSÉ VALBER LIMA MENESES
Secretário: NONATO JOSÉ DE LIMA FONTES
Tesoureiro: JOSÉ AMANDIO FERNANDES FILHO

VOTOS APURADOS
CHAPA ÚNICA = 31
BRANCOS = 4
NULOS = 0

REGIONAL CEARÁ

Chapa Única: SBCP mais forte
Presidente: GIOVANNI BEZERRA MARTINS
Secretário: CLAUDIO CORTEZ DOS SANTOS
Tesoureiro: HARLEY ARAUJO CAVALCANTE

VOTOS APURADOS
CHAPA ÚNICA = 23
BRANCOS = 7 NULOS = 0

REGIONAL DISTRITO FEDERAL

Chapa 2: D.F. Unidos pela Defesa da Especialidade
Presidente: LUCIO MARQUES DA SILVA
Secretário: CESAR AUGUSTO DAHER CEVA FARIA
Tesoureira: LAUDICELY DE ARAUJO COSTA

VOTOS APURADOS
CHAPA 1 = 24
CHAPA 2 = 29 BRANCOS = 1 NULOS = 0

REGIONAL ESPÍRITO SANTO

Chapa Única: Ética, União e Segurança
Presidente: AILTON DE ARAUJO CERQUEIRA
Secretário: LUIZ FERNANDO VIEIRA GOMES FILHO
Tesoureiro: JOÃO CABAS NETO

VOTOS APURADOS
CHAPA ÚNICA = 23
BRANCOS = 1
NULOS = 3

REGIONAL GOIÁS

Chapa Única: Unidos por Goiás
Presidente: SÉRGIO AUGUSTO DA CONCEIÇÃO
Secretário: LEONARDO RODRIGUES DA CUNHA
Tesoureira: RAQUEL ECKERT MONTANDON

VOTOS APURADOS
CHAPA ÚNICA = 44
BRANCOS = 0
NULOS = 0

REGIONAL MATO GROSSO

Chapa Única: MT- Unido
Presidente: JUBERT SANCHES CIBANTOS FILHO
Secretário: WAGNER TARGA RIPARI
Tesoureiro: VIDAL GUERREIRO

VOTOS APURADOS
CHAPA ÚNICA = 5
BRANCOS = 0
NULOS = 0

REGIONAL MATO GROSSO DO SUL

Chapa Única: Cirurgia Plástica em 1º lugar
Presidente: DANIEL NUNES E SILVA
Secretário: MARCELO CHEMIN CURY
Tesoureiro: AGLIBERTO MARCONDES REZENDE

VOTOS APURADOS
CHAPA ÚNICA = 6
BRANCOS = 1
NULOS = 0

REGIONAL MINAS GERAIS

Chapa 1: Minas: Força e União
Presidente: ALEXANDRE ALCIDES MATTOS DE MEIRA
Secretária: IAN GOEDERT LEITE DUARTE
Tesoureiro: HUGO LEONARDO DE RESENDE RODRIGUES

VOTOS APURADOS CHAPA 1 = 78
CHAPA 2 = 69
BRANCOS = 1
NULOS = 2

REGIONAL PARÁ

Chapa Única: Pará 2018
Presidente: FABIEL SPANI VENDRAMIN
Secretário: CLAYTON HIGASHI SAWADA
Tesoureiro: FLÁVIO BRAYNER RAMALHO

VOTOS APURADOS
CHAPA ÚNICA = 6
BRANCOS = 2
NULOS = 0

REGIONAL PARAÍBA

Chapa Única: Chapa I
Presidente: SERGIO AUGUSTO PENAZZI JUNIOR
Secretário: WELLERSON MARCOS MATTIOLI
Tesoureiro: MARIO AUGUSTO SOUTO FERREIRA

VOTOS APURADOS
CHAPA ÚNICA = 7
BRANCOS = 0
NULOS = 0

REGIONAL PARANÁ

Chapa Única: Paraná
Presidente: LUCIANO SAMPAIO BUSATO
Secretário: ALFREDO BENJAMIM DUARTE DA SILVA
Tesoureira: ANNE KAROLINE GROTH

VOTOS APURADOS
CHAPA ÚNICA = 58
BRANCOS = 3
NULOS = 0

REGIONAL PERNAMBUCO

Chapa Única: União e Trabalho
Presidente: LUIZ ALBERTO DE SOUSA LEITE
Secretário: PEDRO PITA
Tesoureiro: RUI MANUEL RODRIGUES PEREIRA

VOTOS APURADOS
CHAPA ÚNICA = 31
BRANCOS = 3
NULOS = 0

REGIONAL RIO DE JANEIRO

Chapa 1: Integração e Defesa
Presidente: ANDRÉ LUIS DE MENEZES MARANHÃO
Secretário: GUILHERME MIRANDA DE FREITAS
Tesoureiro: BRUNO VON GLEHN HERKENHOFF

VOTOS APURADOS
CHAPA 1 = 107
CHAPA 2 = 82
BRANCOS = 1
NULOS = 2

REGIONAL RIO GRANDE DO SUL

Chapa Única: Cirurgia Plástica – RS
Presidente: MARCELO MARAFON MAINO
Secretário: GIULIANO BARBOZA BORILLE
Tesoureiro: RONALDO RIGHESSO

VOTOS APURADOS
CHAPA ÚNICA = 80
BRANCOS = 11
NULOS = 4

REGIONAL SANTA CATARINA

Chapa Única: Novos Horizontes
Presidente: EVANDRO LUIZ MITRI PARENTE
Secretário: CARLOS CASAGRANDE
Tesoureiro: EDUARDO ARNAUT DOS SANTOS LIMA

VOTOS APURADOS
CHAPA ÚNICA = 27
BRANCOS = 0
NULOS = 1

REGIONAL SÃO PAULO

Chapa Única: Pra frente São Paulo
Presidente: ELVIO BUENO GARCIA
Secretário: FELIPE LEHMANN COUTINHO
Tesoureiro: EUGENIO GONZALEZ CAÇÃO

VOTOS APURADOS
CHAPA ÚNICA = 350
BRANCOS = 38
NULOS = 13

REGIONAL SERGIPE

Chapa Única: Plástica Sergipe
Presidente: MARCELO PINHEIRO SILVA DE MENESES
Secretária: TIRZAH WYNNE CARDOSO
Tesoureira: TERESA CRISTINA WILTSHIRE MENEZES LISBOA

VOTOS APURADOS
CHAPA ÚNICA = 10
BRANCOS = 0
NULOS = 0

Confira a cobertura completa na próxima edição da Plastiko’s.

1° Congresso Brasileiro das Ligas de Cirurgia Plástica acontece em Goiás

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Teve início 7 de setembro, com duração até amanhã, 09 de setembro, no auditório do Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (CREMEGO) o 1° Congresso Brasileiro das Ligas de Cirurgia Plástica (1°Cobralicip) realizado pela Associação Brasileira das Ligas de Cirurgia Plástica (ABLCP) com o apoio da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP). Reunindo em torno de 400 acadêmicos de medicina que integram as Ligas de Cirurgia Plástica de Faculdades de Medicina de todo o país.

O evento integra alunos, professores e especialistas renomados para aprofundar o estudo da cirurgia plástica. “Pela primeira vez na história da medicina brasileira o acadêmico pode participar e apresentar suas produções científicas em um congresso de Cirurgia Plástica de âmbito nacional. Este evento é o resultado de um trabalho elementar realizado pela ABLCP, com o objetivo de ensinar ao médico brasileiro, desde os primórdios de sua formação, o legítimo papel desta especialidade”, explica o presidente da ABLCP, Tristão Maurício de Aquino Filho.

Luciano Chaves, presidente da SBCP, esteve presente na abertura do evento e falou da importância do envolvimento dos estudantes com a especialidade: “A união entre as Ligas e a SBCP é um investimento nas novas gerações de médicos, no futuro da cirurgia plástica”. Para o presidente da SBCP regional Goiás, Luiz Humberto Garcia de Souza, “As Ligas possibilitam o contato do acadêmico de Medicina com a cirurgia plástica, que não tem muito espaço na grade da maioria das faculdades”. “Parabéns a todos que trabalharam pelo congresso e que aqui estão para aprender mais sobre a cirurgia plástica”, congratula Luiz Humberto.

Ação social pré-1°Cobralicip

No domingo, 3 de setembro, como programação do 1º Cobralicip, uma grande ação social orientou adultos e crianças sobre a prevenção de queimaduras da pele; como agir em casos de acidentes e como tratar esses ferimentos. A ação aconteceu simultaneamente no Parque Vaca Brava, Parque Areião e Alameda Ricardo Paranhos, na capital goiana. Os acadêmicos abordaram as pessoas, distribuíram folhetos e histórias em quadrinhos com orientações voltadas para a prevenção deste grave problema, que muitas vezes resulta em sequelas e até mortes. O presidente da SBCP-GO, Luiz Humberto Garcia de Souza, participou da ação.

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Cirurgia Plástica Pós-Bariátrica

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A Fase final do processo de grande perda de peso após cirurgia bariátrica é o redesenho corporal através da retirada do excesso de gordura e flacidez, melhorando o tônus do tecido subjacente. Afinal, a pele e os tecidos muitas vezes não têm elasticidade e podem não estar em conformidade com o tamanho reduzido do corpo, além de causar algumas feridas pelo atrito. A pele que foi severamente estendida, agora não tem sustentação: