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outubro 2018

BLOG: Cuidados devem se tomados ao fazer cirurgia plástica; veja quais

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Por Bom Dia Minas — Belo Horizonte

É preciso tomar alguns cuidados, principalmente no pós-operatório, ao realizar qualquer tipo de cirurgia plástica. Eles devem começar antes mesmo de fazer uma cirurgia. Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, Alexandre Meira, a primeira coisa que a pessoa deve saber antes de qualquer decisão é saber escolher o profissional que irá fazer a cirurgia, ele deve ser especialista na área. Ele precisa ter registro de qualificação de especialidade, que pode ser consultado no site do Conselho Regional de Medicina.

JN: Bioplastia e uso de PMMA fazem vítimas, mas ainda atraem pacientes

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Em São Paulo, é fácil conseguir até o contato de pessoas sem qualificação e marcar o procedimento com silicone industrial, proibido no Brasil.

Por Jornal Nacional, TV Globo

Os casos de pacientes que tiveram complicações em procedimentos estéticos, este ano, assustaram milhões de brasileiros. E levantaram algumas questões sobre a segurança desses procedimentos. O Jornal Nacional foi ouvir a opinião de especialistas.

Só no escuro ele fica à vontade para contar. Quase ninguém no trabalho ou na família sabe o que ele fez, mas todo mundo nota.

“Eu já ouvi de tudo ao longo desses últimos anos desde que eu fiz o procedimento: se eu estava com caxumba, dente do ciso. É quase padrão”.

Para preencher uma pequena depressão perto da bochecha, ele procurou um médico que aplicou do lado esquerdo do rosto o polimetilmetacrilato, o metacril ou PMMA. Agora ele tem um lado diferente do outro e uma ideia fixa: tirar o produto do corpo.

“É uma massa. Uma massona aqui, que é totalmente palpável. Bem dura. É tipo cimento dentro do músculo. Então, para tomar banho, lavar o rosto, não tem como esquecer. Só queria voltar ao que eu era”.

Acontece que não dá para reverter totalmente a chamada bioplastia – que é o preenchimento de alguma parte do corpo com produtos que não são absorvidos pelo organismo.

O presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica diz que não dá pra garantir a retirada total do produto, que se espalha pela pele, gordura e músculos. E nem pra prever os riscos.

“Não tem como nós prevermos ao longo dos anos, pode ser um ano, dois anos, cinco anos, dez anos, ao longo da vida desse indivíduo poderá ter algum tipo de reação tipo corpo estranho, dando essas complicações que ocorrem num grande número de pacientes”, Níveo Steffen.

Levou 20 anos para Penélope. Quando ela fez a aplicação, quase ninguém falava em PMMA. Ela usou outro produto, bem mais barato, proibido no Brasil: o silicone injetável, que se espalhou pelo corpo.

“Nos meus seios, que começaram recentemente, da mesma forma que começaram no meu quadril. Os quadris já estão praticamente necrosados”, contou a maquiadora Penélope Jolie.

Casos de morte de pacientes, prisão de médico e outros profissionais geraram muita repercussão em torno da chamada bioplastia. E ela continua sendo feita. Em São Paulo, é fácil conseguir o contato de profissionais sem qualificação e marcar o preenchimento com silicone injetável, proibido no Brasil. Ou agendar em clínicas certificadas, com médicos que usam produtos autorizados e controlados.

Em um bairro nobre da cidade, a consulta com o dr. Roberto Chacur custa R$ 800. O procedimento pode ser feito no mesmo dia, no consultório. Ele defende a técnica.

“O grande vilão do PMMA não é nem tanto ele. Não que ele não tenha risco. Todos os produtos têm risco. Mas é um produto que a gente utiliza, e utiliza muitas vezes por necessidade de um produto que dure mais no paciente. Então, o PMMA é um produto que ele tem que ter um treinamento muito grande, tem que ter um cuidado dobrado e também um cuidado não só nos planos de aplicação, na quantidade, mas no resultado final estético. Os médicos que não gostam são médicos que nunca usaram, nunca tiveram a experiência de usar o produto ideal, com a técnica certa. Porque quem usa, gosta”, diz o médico Roberto Chacur.

O que o dr. Chacur faz não é ilegal. A Anvisa autoriza o uso do PMMA, mas não define quantidades, e ressalta que deve ser utilizado apenas por médicos treinados. Eles determinam a dose. Para a Anvisa, o PMMA é indicado somente para cirurgias reparadoras, em casos que o paciente perdeu parte do músculo por doença ou acidente.

O Marcelo caiu de moto. Ele fez o retoque da aplicação no braço.

“Parou de doer, parou de incomodar, que era o que mais me atrapalhava, incomodava bastante”, contou o empresário Marcelo Romano.

Só que, seduzido pela ideia de parecer mais jovem, aplicou também no rosto.

“Você faz uma, aí quer fazer outra. Acho que acaba ficando sem limite, sim”, confessou Marcelo.

A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica condena o uso para fins estéticos e pede uma legislação clara.

“Nós reiteramos à Agência Nacional de Vigilância a necessidade de rever essa portaria para que realmente a segurança do paciente, a segurança do exercício da medicina seja contemplada nesse sentido”, disse Níveo Steffen.

Ação Humanitária beneficia 260 pacientes em MG

By | Ação Humanitária

260 pacientes são beneficiados na Ação Humanitária em Minas Gerais

Por SBCP

A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica em conjunto com a Regional Minas Gerais, o departamento de Ação Social e a Fundação IDEAH realizou mais uma ação humanitária no dia 03 de outubro na Capital mineira e nas cidades de Montes Claros, Poços de Caldas, Uberaba, Alfenas, Itabira, São Lourenço e Juiz de Fora realizando a eliminação de tumores de pele em 260 pacientes carentes que estavam a espera dessa cirurgia nos hospitais conveniados ao S.U.S.

Em Belo Horizonte a comitiva da SBCP foi composta pelo diretor do departamento de Ação Social, Victor Adissi, o presidente da Fundação IDEAH, Pedro Martins, o presidente da regional mineira Alexandre Meira e a secretária da regional Ian Duarte.

Foram visitados os hospitais: São José, Eduardo de Menezes, Alberto Cavalcanti, hospital das Clínicas e Santa casa BH.

Ação Humanitária em Fortaleza

By | Ação Humanitária

Realizadas 60 reconstruções mamárias na ação humanitária em Fortaleza

Por SBCP

A Regional Ceará com apoio da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e Fundação IDEAH realizou mais uma ação humanitária em Fortaleza beneficiando 60 mulheres em cirurgia para reconstrução mamária devolvendo a essas pacientes auto-estima e o convívio social e profissional.

No dia 19 de setembro a comitiva de visita aos hospitais participantes foi composta por Pedro Martins-presidente Fundação IDEAH; Giovanni Bezerra Martins-presidente Regional Ceará; Claudio Cortez dos Santos-secretário regional e Harley Araujo Cavalcanti-tesoureiro regional e contou com ampla cobertura da imprensa. Esse trabalho social foi possível graças a doação dos implantes mamários pela empresa Motiva e pela colaboração dos cirurgiões e residentes da SBCP.

Hospitais participantes:

  • Hospital Universitário Walter Cantídio – UFCE
  • Hospital da Mulher
  • Hospital Geral de Fortaleza
  • Hospital Geral Dr. César Cals
  • Hospital Fernandes Távora

BLOG: Livro que aborda o Transtorno Dismórfico Corporal será lançado em novembro

By | Notícias

Transtorno Dismórfico Corporal – A mente que mente busca apresentar o histórico do TDC, como identificar, neuro­anatomia, preocupações dismórficas corporais no contex­tos da cirurgia plástica, dermatologia, endocrinologia, nutrição clínica e estética, odontologia e ortopedia. Inclui também, como deve ser realizado a avaliação do transtorno, bem como o planejamento do tratamento.

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