Archive: agosto, 2012

Será que as rugas ficam no caminho das emoções?

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A maioria das pessoas se preocupa com o desenvolvimento das rugas e quer retardar os efeitos do envelhecimento, tanto quanto possível para assegurar a melhor aparência. No entanto, um novo estudo publicado no Journal of Experimental Social Psychology pode provar que há mais desvantagens em ter rugas do que apenas a estética. 

A NBC News relata que pessoas com rugas podem ter mais dificuldade em transmitir suas emoções do que indivíduos mais jovens. Pesquisadores pediram a três mulheres entre as idades de 19 e 21 e três mulheres de 76 a 93 anos para exibir uma gama de emoções: neutro, feliz, triste e irritado. 

Depois disso, estudantes universitários foram convidados a avaliar as expressões emocionais de todas as faces em uma escala de um a sete, sendo um “nada intenso” e sete considerado “muito intenso”, de acordo com o fornecedor de notícias.

 Os pesquisadores observaram que era mais difícil escolher qualquer das emoções do grupo mais velho, com rugas. Os estudantes universitários tiveram uma classificação mais fácil quanto à intensidade dos rostos.

 ”No caso expressão dos mais velhos, a raiva é visto como um mix com outras emoções”, disse Dr. Ursula Hess, professora de psicologia na Universidade Humboldt, em Berlim e principal autora do estudo.

“É claro que faz diferença se você acha que alguém está apenas com raiva ou se alguém está zangado e triste”.  Linhas de expressão entre as sobrancelhas podem muitas vezes fazer uma pessoa parecer chateada, triste ou hostil de forma completamente intencional. A transmissão de emoções é muito importante e isso pode tornar-se um motivo a mais porque as pessoas estão tentando se livrar de marcas indesejadas.

Segundo a Sociedade Americana de Cirurgia Plástica Estética, mais de US$ 1,7 bilhões foram gastos em procedimentos injetáveis e U$ 1,6 bilhões foram gastos em rejuvenescimento cutâneo em 2011. Combinados com procedimentos cirúrgicos como Facelift, cirurgia de pálpebras e forehead lift, os números indicam que a luta contra as rugas continua.

FONTE: ASAPS

Cirurgia plástica pode ajudar a melhorar relacionamento entre casais

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Conversar, viajar e passar por sessões de terapia são algumas das maneiras que podem ajudar um casal a fortalecer os laços de união. Ao que parece, as cirurgias plásticas com finalidades cosméticas parecem ter se juntado à essa lista. De acordo com uma pesquisa, o número de parceiros que se submetem a operações ao mesmo tempo está cada vez maior. As informações são da rede de televisão ABC, que foram repercutidas pelo jornal inglês Daily Mail.

David Robinson, casado há 18 anos, decidiu dar uma recauchutada nas formas do rosto, quando agendou uma lipoaspiração na papada, para acompanhar sua mulher, Heather, que passaria por uma lipo na barriga. “Vida feliz, mulher feliz, certo?”, disse durante a entrevista para justificar o motivo da plástica.

Segundo o cirurgião Anthony Youn, de Michigan, nos Estados Unidos, cada vez mais casais têm feito o mesmo. “Muitos casais querem fazer as coisas juntos, viajar juntos, criar os filhos juntos e agora estão entrando na faca juntos também”, disse. O número de homens que está fazendo plástica mais do que dobrou nos últimos anos, segundo a Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos.

O casal entrevistado pela ABC disse que os 18 anos de união têm sido ótimos, mas que causaram estragos no corpo, que são difíceis de corrigir. David engordou mais de 20 kg e Heather acumula gordura abdominal depois de quatro gestações. “Se vissem como era quando nos conhecemos… Acho que ela ainda tem essa imagem de mim na cabeça”, disse.

A cirurgia do casal durou cinco horas no total e foram seis semanas de recuperação.

Fonte: Terra

Cirurgia plástica aliada a exercícios físicos

Um corpo perfeito é o sonho de toda mulher. Algumas optam por realizar reparos através de intervenções cirúrgicas. O que nem todos sabem é que os exercícios físicos podem otimizar os resultados, pois auxiliam na tonificação da musculatura

por Jaqueline Mendes

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Em geral, os exercícios físicos agregam muitos benefícios a saúde. E quando realizados de maneira correta pode melhorar os resultados de uma cirurgia plástica. Para eliminar qualquer possibilidade de intervenção negativa nos resultados da cirurgia é preciso avaliar, caso a caso. “Defendemos a prática dos exercícios após a cirurgia porque eles ajudam na manutenção dos resultados da plástica e melhoram o contorno corporal. A cirurgia plástica, sozinha, não opera transformações milagrosas na vida, ela integra um plano de bem-estar, que inclui atividade física e dieta alimentar equilibrada. Quando a pessoa não segue este plano, a tendência é que volte a engordar e a se sentir insatisfeita, como antes da cirurgia”, diz o cirurgião plástico Ruben Penteado, diretor do Centro de Medicina Integrada.

Sendo assim, os exercícios físicos fazem parte de uma série de medidas que podem potencializar os resultados por tonificar a musculatura bem como para servir de auxílio na manutenção dos resultados. Sobre isto, o Dr. Rubem Penteado explica: “Muitos exercícios ajudam a garantir ou até a intensificar os resultados finais da cirurgia. Por exemplo, fazer uma abdominoplastia e não seguir um programa de exercícios não significa que a cirurgia plástica não apresentará um bom resultado, mas, ao fazer abdominais, os músculos desta região se fortalecem, complementando o resultado cirúrgico”.

Os exercícios físicos também auxiliam na prevenção do aparecimento da flacidez muscular, pois melhora a circulação sangüínea da pele, o que proporciona mais elasticidade. “Exercícios físicos são fundamentais em cirurgias ligadas ao contorno corporal, como a lipoescultura ou lipoaspiração. Como os músculos estão abaixo da gordura e da pele, se eles estiverem tonificados, o resultado será melhor. Músculos tonificados por meio de exercícios físicos melhoram o contorno corporal, deixando a barriga mais reta”, explica Penteado.

“Porém é muito importante não negligenciar o pós-operatório. É preciso respeitar o tempo de repouso estipulado, que varia de cirurgia para cirurgia e de paciente para paciente”, destaca o cirurgião plástico. É importante salientar que, após a plástica, o paciente não deve retomar os exercícios por conta própria, é essencial o acompanhamento do cirurgião plástico e de um educador físico na decisão e procedimento.

A retomada das atividades deve ser gradual e sempre com o acompanhamento de um especialista. É importante seguir as orientações de maneira correta para que tais atividades não interfiram de forma negativa nos resultados. Fique linda, mas com saúde!

Fonte: Corpo a Corpo

Brasil possui cerca de 1 cirurgião plástico para cada 45 mil habitantes, segundo levantamento da SBCP

Mesmo com número alto de médicos especializados, brasileiros ainda realizam procedimentos cirúrgicos com profissionais sem título de especialista; 95% dos processos que tramitam no CRM-SP ocorrem em função desta escolha.

De acordo com levantamento realizado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), o Brasil possui cerca de um cirurgião plástico para cada 44 mil habitantes. Número considerado elevado se comparado aos Estados Unidos, em que se tem um especialista para cada 50 mil.

No entanto, segundo Dr. Denis Calanzas, secretário geral da SBCP e mentor da pesquisa, não é aconselhável a comparação entre os países, utilizando a razão médico/habitante, pois é preciso levar em consideração outros fatores importantes. “É preciso levar em conta a diferença numérica entre as próprias capitais brasileiras e como a especialidade está sendo vista e ocupando seu espaço na sociedade,”, explica o médico.

Das 26 capitais pesquisadas, apenas seis possuem número considerado muito inferior a média (confira tabela), sendo cinco delas localizadas na região norte do país.  São Paulo foi a capital brasileira com maior número de cirurgiões por habitante, 12.508, com um número total de 899 médicos especializados em plástica.

Apesar da grande oferta de especialistas de cirurgia plástica na capital paulistana, somente no Conselho Regional de Medicina de São Paulo, 95% dos processos com reclamações de cirurgias plásticas mal sucedidas, não foram realizados por médicos especialistas reconhecidos pela SBCP.

Os médicos que compõem a Sociedade têm em seu currículo uma formação de cerca de 11  anos, que somam a Faculdade de medicina (6 anos), residência em Cirurgia Geral (2 anos), e residência em cirurgia plástica (3 anos). Além disso, para obter o título de especialista, é preciso aprovação em uma prova oficial aplicada pela associação da especialidade.

O Brasil é o segundo país no mundo onde é realizado o maior número de cirurgias plásticas, com 1.592.106 procedimentos por ano, ficando atrás somente dos Estados Unidos, com 1.620.855. Pensando nisso, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) faz um alerta sobre a importância da escolha de um profissional especializado para evitar erros durante o procedimento.

“Alguns médicos usam o termo especialista em medicina estética, uma especialidade que não existe e é não reconhecida, para ludibriar seus pacientes”, explica o Presidente da Sociedade brasileira de Cirurgia Plástica, Dr. José Horácio Aboudib Jr. De acordo com ele, não há reconhecimento do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Associação Médica Brasileira (AMB) para esse segmento da medicina.

De acordo o Presidente da Sociedade, o primeiro passo é ficar atento se o cirurgião é especialista em cirurgia plástica e se tem o título em sua especialidade.

“É muito importante que os pacientes não se deixem enganar por profissionais que se intitulam especialistas em medicina estética, profissionais que fazem isso estão cometendo uma infração ética grave”, explica o Presidente.

Será que a solução para alguns casos de crianças vítimas de bullying está na cirurgia plástica?

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A questão do bullying, tanto on-line quanto na escola, veio à tona nos últimos tempos. Enquanto pais e funcionários das escolas estão lutando para encontrar formas de reduzir a incidência do problema, surpreendentemente um grupo de profissionais aparece dando uma mão para crianças em dificuldade – os cirurgiões plásticos. 

 A CNN conta a história de uma adolescente que recentemente recebeu de graça uma cirurgia plástica para forçar para trás suas orelhas proeminentes. Nadia Isle, uma estudante de 14 anos de idade, foi assediada por outros alunos em sua escola por causa de suas orelhas, e teve elas presas de forma dramática ao lado de sua cabeça. O abuso começou no primeiro grau, tornando a menina faladora e extrovertida em uma criança reservada e tímida.

Aos 10 anos, Nadia perguntou à mãe se poderia fazer a cirurgia para fixar suas orelhas para trás, conhecida como otoplastia. Ansiosa para ajudar a filha, sua mãe começou a pesquisar os procedimentos e se deparou com a Fundação Little Baby Face, que oferece cirurgias plásticas gratuitas para crianças carentes.

A organização patrocinou a viagem de Nadia e sua mãe da Geórgia à Nova York para que a menina pudesse ser submetida ao procedimento. No entanto, durante a consulta com o médico foi sugerido que ela também fizesse um procedimento adicional a quadratura do queixo e para endireitar o nariz. Segundo o cirurgião, uma vez que seus ouvidos estivessem presos para trás estas outras características de seu rosto estariam em maior evidência.

Algumas pessoas podem questionar sobre o tratamento cirúrgico para uma jovem como a Nadia. Para pacientes de qualquer idade, o essencial é fazer muita pesquisa antes de entrar na faca e ter uma consulta com um especialista em cirurgia plástica.

A cirurgia plástica tem se mostrado uma forma de melhorar a auto-confiança entre os pacientes. Um estudo de 2007 publicado na revista Plastic Surgical Nursing descobriu que mulheres submetidas a mamoplastia de aumento relatam uma melhor auto-estima e satisfação sexual após o procedimento, de acordo com a  PsychCentral .

 ”Muitas pessoas, incluindo os profissionais da saúde, têm ideias negativas preconcebidas sobre aqueles que optam por uma cirurgia plástica, sem entender os benefícios que podem ocorrer a partir desses procedimentos”, diz a pesquisadora Cynthia Figueroa-Haas, fonte da notícia.[

FONTE: ASAPS 

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