Archive: janeiro, 2015

Caminhadas no horário de almoço melhoram humor e produtividade

Para combater a falta de disposição e entusiasmo durante o dia faça uma caminhada de uma hora no seu horário de almoço.

 

Um novo estudo descobriu que até mesmo uma caminhada leve na hora da refeição pode elevar imediatamente e visivelmente o humor das pessoas e a capacidade de lidar com o estress no trabalho.

 

Não é novidade que andar é saudável e que pessoas que tem este hábito, ou se exercitam regularmente, tendem a ser mais saudáveis, calmas, alertas e felizes do que quem é inativo.

 

Muitos estudos anteriores sobre os efeitos da caminhada e outros exercícios no humor focaram em resultados em longo prazo e graduais, investigando como semanas e meses de atividades físicas mudam as pessoas emocionalmente.

 

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Por outro lado, poucas pesquisas examinaram as mudanças de humor em curto prazo de acordo com o volume de exercícios e menos ainda sobre estes efeitos durante o trabalho – mesmo que a maioria das pessoas passem a maior parte do tempo dentro de escritórios.

 

Para o novo estudo, publicado no Scandinavian Journal of Medicine and Science este mês, pesquisadores da University of Birmingham e outras universidades começaram a recrutar profissionais sedentários. Os voluntários foram avisados de que precesiariam estar disponíveis três vezes por semana para uma caminhada de 30 minutos durante seus horários de almoço.

 

Os voluntários fizeram testes de saúde e humor para determinar um ponto inicial do experimento, que revelaram que todos estavam fora de forma, apesar de saudáveis fisicamente e emocionalmente. Os pesquisadores dividiram de forma aleatória os participantes em dois grupos. Um deles deveria fazer um programa de caminhadas por 10 semanas imediatamente, enquanto o outro grupo esperaria 10 semanas para começar o programa.

 

Os voluntários também instalaram um aplicativo em seus celulares com uma lista de questões emocionais para que a equipe de cientistas pudesse avaliar o humor de cada um. As perguntas foram criadas para medir os sentimentos, naquele momento, de estress, tensão, entusiasmo, motivação, fatiga física e outros fatores relacionados a como eles se sentiam em relação a vida e o trabalho naquele exato momento. O objetivo do aplicativo foi de permitir avaliações precisas dos voluntários, contornando um dos problemas comuns nestes tipos de estudos.

 

A única exigência das caminhadas era de que elas durassem ao menos 30 minutos.

 

Durante as 10 semanas os participantes dos dois grupos respondiam perguntas sobre seu estado de humor no período a manhã e da tarde. Depois deste período, o segundo grupo começou o mesmo processo durante as 10 semanas subsequentes e repetiu o processo.

 

Os pesquisadores compararam os resultados. As respostas foram substancialmente diferentes quando as pessoas tinham andado. Na parte da tarde, depois de um passeio na hora do almoço, os caminhantes disseram que se sentiam muito mais entusiasmados, menos tensos, mais relaxados e capazes de lidar com o cotidiano do que nas tardes quando não tinham andado e mesmo em comparação com os seus próprios estados de espírito nas manhã antes das caminhadas.

 

Embora os autores não tenham medido diretamente a produtividade no local de trabalho, “agora há evidências muito fortes de que esse sentimento mais positivo e entusiasmado no trabalho é muito importante para a produtividade”, disse Dr. Thogersen-Ntoumani, líder do estudo. “Então, seria de esperar que as pessoas que caminhavam na hora do almoço seriam mais produtivas”.

 

Como um resultado adicional, todos os voluntários mostraram ganhos em sua condição aeróbica e outras medidas de saúde na conclusão de suas 10 semanas de caminhada.

 

Com informações do New York Times. Foto sob licença Creative Commons.

5 razões porque álcool e cirurgia plástica não combinam

Fez uma cirurgia plástica com sucesso e quer comemorar o resultado? Não faça isso com um copo de bebida na mão!

 

Veja cinco razões pelas quais você não deve ingerir álcool após um procedimento:

 

Aumenta o inchaço
Depois de se submeter a uma cirurgia plástica você irá querer seu corpo no tamanho normal o mais rápido possível. O álcool dilata os vasos sanguíneos, inchando o corpo. Além disso, ele desidrata e faz com que o organismo retenha o máximo de água possível (é por isso que é comum sentir aquela sensação de inchaço após noites de diversão com os amigos). O nariz é especialmente suscetível ao inchaço causado pelo álcool após rinoplastias.

 

Aumenta o sangramento
Todas as cirurgias invasivas necessitam um período de recuperação. O álcool tende a impedir este processo, pois afina o sangue e aumenta o risco de pacientes terem sangramento e uma recuperação prolongada.

 

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Sensibilidade a dor
Se uns bebem para lidar com dores causadas por questões emocionais, o mesmo não vale para dores físicas após cirurgias plásticas cosméticas. De acordo com um cirurgião plástico americano, pessoas que bebem com freqüência “podem descobrir que remédios para dor não funcionam bem e não duram tanto quanto poderiam”.

 

Interferência em medicamentos
Além de diminuir o efeito de remédios, o álcool pode interagir com certos medicamentos de forma a torná-los prejudiciais e até mesmo perigosos, de acordo com outro cirurgião plástico americano. Efeitos causados pela mistura entre álcool e medicamentos incluem náuseas, vômitos, dores de cabeça, sonolência, desmaios e perda de coordenação. Também aumenta o risco de sangramentos internos, problemas no coração e dificuldades respiratórias.

 

Resseca a pele
O álcool interfere na produção do hormônio que regula a quantidade de urina produzida no corpo. Para cada dose de bebida ingerida, o fígado produz quatro vezes mais urina do que normalmente faria. Isso aumenta a perda de água e causa desidratação da pele (e beber água não serve como medida para combater isso). Para resultados otimizados, os cirurgiões podem recomendar a suspensão do consumo duas semanas antes e depois da cirurgia plástica – o tempo pode variar de acordo com o procedimento a ser realizado.

 

Com informações do RealSelf. Leia o original aqui (em inglês).

Crédito da foto: Creative Commons

Bom senso é fundamental para alcançar a beleza

Para serem realizados em clínicas de estética, os procedimentos escolhidos devem ser minimamente invasivos. É aqui onde reside a maior parte dos riscos de intervenções: na realização de algum método sem um profissional preparado ou um objetivo adequado.

 

Foi em um contexto semelhante que a modelo Andressa Urach, 27, chamou a atenção do País no final do ano passado. Com complicações nas aplicações de hidrogel que fez nas coxas, ela chegou a ser internada em estado gravíssimo na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital em Porto Alegre.

 

A substância aplicada em grande quantidade por Andressa, para ganhar volume nas coxas, é indicada em pequenas doses (até 4 ml), para preenchimentos pontuais. “Qualquer material em grande quantidade compromete o tecido (onde é aplicado) com uma reação inflamatória numa área muito grande. Se (a substância) contaminar, não se consegue retirar”, alerta a cirurgiã plástica Wanda Elizabeth Massiere y Correa, coordenadora da Comissão de Silicone da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP). No caso de Andressa, uma cirurgia feita de forma segura teria trazido melhores resultados.

 

A cirurgia plástica somente é indicada, ressalta Wanda, quando os procedimentos menos invasivos não poderão trazer os resultados almejados. Para evitar complicações, é importante que o paciente entenda qual a atuação dos métodos escolhidos. Um dos pontos para o qual a cirurgiã plástica alerta é o investimento necessário. Mesmo que seja mais cara, com os fatores da segurança e do resultado comprovado, a cirurgia plástica pode ser mais indicada.

 

Via de regra, ela comenta, não há problemas com a aplicação de substâncias como o hidrogel, desde que aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “É a proposta que é errada: uma aplicação dessas substâncias não se faz em grande quantidade. Se você tem uma depressão pequena, quer injetar um pouco de hidrogel, ok. Se quer ganhar volume, não”. (Mariana Freire)

Fonte: O Povo

Dicas para se prepar bem antes e depois de uma #CirurgiaPlástica

Com informações do Smart Beauty Guide | Autora: Mary Cunningham

Depois de anos se olhando no espelho e lamentando aquela gordura localizada ou repuxando a pele flácida você decide que está na hora de optar por uma cirurgia plástica.

 

Sua primeira parada durante seu planejamento deve ser uma consulta com um cirurgião plástico credenciado à SBCP. Para auxiliar sua preparação, o presidente da Associação Americana de Cirurgia Plástica Estética, Dr. Michael Edwards falou com a repórter Mary Cunningham, do Smart Beauty Guide, sobre como estar pronto fisicamente, emocionalmente e mentalmente para se submeter a um procedimento com maior segurança. Confira!

 

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Preparação Física
Quais fatores associados ao estilo de vida podem prejudicar a recuperação após a cirurgia?

Antes do procedimento nós pedimos aos pacientes que prestem atenção a alguns fatores que podem prejudicar o tempo de recuperação, como o peso ou flutuações no peso, hábitos nutricionais, remédios ou suplementes que estejam usando, freqüência de atividades físicas, tabagismo, consumo de álcool, exposição ao sol, hábitos de sono e estado de estresse geral.
Cada um destes aspectos tem papel importante na capacidade de recuperação do paciente. É claro que o objetivo é que todos se recuperem o mais rápido e com o menor desconforto possível. Por isso, quanto mais honesto e aberto a pessoa for com os cirurgiões plásticos, mais nós estaremos preparados para ajudá-la a chegar ao seu objetivo.

 

O que os pacientes precisam saber antes de se submeter ao procedimento?

O próximo passo na preparação para a cirurgia plástica é o paciente entender completamente tudo o que o procedimento a que ele irá se submeter envolve, como o tempo de recuperação, que podem ser dias, semanas ou meses, dependendo do tipo da cirurgia plástica. O paciente deve estar preparado mentalmente e para isso é preciso discutir suas expectativas com o cirurgião para ter certeza de que o resultado e o tempo de recuperação desejados são realistas. Eles também devem saber se terão o tempo suficiente para se afastar do trabalho (se necessário) e sobre a necessidade de ter alguém para auxiliá-los com qualquer coisa no período após a cirurgia plástica.

 

Qual a importância dos pacientes informarem a seus cirurgiões plásticos de seu histórico médico e procedimentos cirúrgicos anteriores?

Da mesma forma que solicitamos que os pacientes contem a seus cirurgiões sobre seu estilo de vida e seus hábitos, é igualmente importante que o paciente informe por completo seu histórico médico. Assim os cirurgiões podem esclarecer com maior precisão e detalhes os riscos do procedimento que se deseja fazer utilizando como base o passado médico e cirúrgico do paciente. A consulta antes da cirurgia plástica é o momento ideal para o paciente tirar todas suas dúvidas que ele possa ter, incluindo o que esperar, detalhamentos da recuperação e dos riscos. Este também é o momento em que o paciente deve aproveitar para confirmar as credencias do cirurgião plástico e do local onde será realizado o procedimento.

 

Credenciais
Quais são as certificações ou credenciais que os pacientes devem buscar antes de escolher um cirurgião plástico?

Os pacientes devem procurar a certificação da American Board of Plastic Surgery (ABPS) ou do Royal College of Physicians and Surgeons in Canada. Se o profissional for membro da American Society for Aesthetic Surgery (ASAPS), eles serão ainda mais qualificados, por meio do treinamento e experiência necessários para integrar a entidade.

 

(OBS: No Brasil os pacientes devem buscar, a exemplo do descrito pelo Dr. Edwards, cirurgiões plásticos associados a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Isso garante que o profissional passou por rigoroso processo de treinamento e qualificação para conquistar seu título e filiação).

 

Considere o local
Qual a importância do local onde será realizada a cirurgia plástica?
Se o procedimento for ser realizado fora de um hospital o paciente deve confirmar que o local é aprovado pelo órgão competente no país, sendo assim uma instalação credenciada.

 

Acompanhamento
Após um procedimento, o que o paciente deve saber sobre o acompanhamento pós-operatório?
Dependendo da complexidade da cirurgia plástica, o paciente irá precisar de um acompanhante para levá-lo para casa caso ele não vá passar a noite no centro cirúrgico ou no hospital. Diversos procedimentos exigem medicamentos, visitas ao consultório e cuidados em casa.

 

Crédito da foto: Creative Commons

Sonhos de consumo do brasileiro incluem viagem, carro e plástica

Fonte: G1

Isso é o que indica pesquisa divulgada pelo Serviço de Proteção ao Crédito. Em geral, cada desejo apontado custa, em média, R$ 5,4 mil.

 

Uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e do portal de Educação Financeira Meu Bolso Feliz indica quais são os principais sonhos de consumo dos brasileiros.

 

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De acordo com o estudo, divulgado nesta quinta-feira (15), viajar para o exterior é o principal desejo (15%), seguido por viajar pelo Brasil (12%), comprar um carro (9%), fazer viagens de final de semana (8%) e ser submetido a uma cirurgia plástica (7%). A pesquisa foi realizada com 620 pessoas maiores de 18 anos, de todas as capitais.

 

Esses entrevistados afirmaram que, em média, apenas três em cada dez sonhos de consumo já foram realizados. Os mais citados foram viajar (31%), frequentar restaurantes, bares e boates (22%), seguido da compra de itens relacionados à beleza (8%) e da compra de eletrônicos (7%).

 

SONHOS – PERCENTUAL DE RESPOSTAS

Viagens internacionais – 15,3%

Viagens nacionais – 11,5%

Carro – 9,3%

Viagens de fim de semana – 7,5%

Cirurgia plástica – 7,0%

Tratamento estético/spa – 6,2%

Eletroeletrônicos – 4,9%

Academias e outras atividades – 4,7%

Restaurantes badalados – 4,0%

Restaurantes que costuma ir com amigos/família – 3,8%

Fonte: SPC

 

Entre os sonhos de consumo ainda não realizados, 89% se devem ao fato de “irem além da capacidade financeira dos entrevistados”. Em geral, cada desejo apontado pelos pesquisados custa, em média, R$ 5,4 mil. Este valor aumenta para R$ 6,4 mil entre os pertencentes às classes A e B e cai para R$ 4,8 mil entre os consumidores das classes C, D e E.

 

Três em cada dez entrevistados não sabem quando irão realizar seus sonhos de consumo. Do total de entrevistados, 21% dizem que a concretização deve levar de um a três anos e 11% responderam que seus desejos nunca vão se tornar realidade.

 

Sonhos diferentes para cada classe

Enquanto as viagens são os sonhos de consumo mais desejados por 47% das pessoas das classes A e B, o percentual cai para 30% entre os pertencentes às classes C, D e E. O sonho de frequentar bons restaurantes está mais presente entre os consumidores das classes C, D e E. Já entre os de classes A e B, o percentual cai para 11%.

 

“Para os economistas do SPC, os dados parecem indicar que itens de menor valor estão entre os anseios dos consumidores com menor poder aquisitivo”, diz o estudo, por meio de nota.

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