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Lábio de britânica rompe por aplicações excessivas de preenchimento labial

Uma britânica de 30 anos, fã de Katie Price, gastou mais de 43 mil libras em cirurgias plásticas nos últimos oito anos para ser parecida com a famosa modelo.

 

Duas das coisas mais importantes que candidatos à cirurgia plástica devem entender é que os procedimentos não devem ser realizados para se transformar em outra pessoa e que há limites para tudo. O resultado? A britânica teve um rompimento no lábio inferior por conta da aplicação de preenchimentos cutâneos.

 

Reprodução/Daily Star

 

O fato ocorreu enquanto a mulher e seu marido estavam viajando. Os médicos não puderam ajudá-la no momento por causa da quantidade que já havia sido injetada no local. Foi preciso esperar semanas para drenar o lábio da mulher, que sofreu com a dor e ainda ficou com uma cicatriz permanente.

 

“Meu vício em toxina botulínica e preenchimentos labiais me deixaram desfigurada e há a chance de ficar com uma marca permanente”, explicou em entrevista ao jornal inglês Daily Star.

 

O estrago poderia ter sido pior: seu casamento quase acabou por conta do vício da mulher. O marido, que assinou um acordo pré-nupcial concordando em pagar 450 libras por mês em tratamentos para a mulher. Além das aplicações de toxina botulínica, a britânica fez maquiagem semi-permanente, tinha sessões de bronzeamento quase diariamente e extensões de unhas e cabelo.

 

“Me arrependo de fazer o acordo. Nossa relação está muito melhor agora que ela decidiu abandonar estes hábitos”, afirmou o marido.

 

Um exemplo que serve de alerta e não de inspiração!

 

Com informações do Daily Star. Fotos: reprodução

Cirurgia reconstrutiva pioneira devolve movimento aos braços e mãos de pessoas com lesões na coluna

Uma técnica cirúrgica pioneira devolveu os movimentos das mãos e braços de pacientes paralisados do pescoço para baixo. Nove tetraplégicos, imobilizados por lesões na coluna vertebral, foram beneficiados pela operação de transferência de nervos feitas por cirurgiões da Universidade de Washington.

 

Os especialistas redirecionaram os nervos dos braços e mãos dos pacientes e os conectaram a nervos saudáveis. O procedimento permitiu que o cérebro e os músculos voltassem a “conversar” e devolveu aos pacientes a capacidade de desempenhar tarefas que permitem buscar novamente idependência, como se alimentar sozinhos ou escrever com uma caneta.

 

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Os cirurgiões responsáveis informaram que todos os pacientes disseram que as funções de seus braços e mãos melhoraram. O procedimento, que geralmente dura quatro horas e permite que o paciente vá para casa no dia seguinte, foi realizado anos após as lesões vertebrais.

 

A técnica pode ser indicada para pacientes com lesões nas vértebras C6 ou C7, as mais baixas na região do pescoço. Pessoas que perderam todas as funções dos braços por conta de lesões nas vértebras C1 a C5 não são beneficiadas.

 

Os cirurgiões redirecionam os nervos saudáveis localizados acima do local lesionado, geralmente nos ombros ou cotovelos, para os nervos paralisados nas mãos ou braços. Uma vez estabelecida a conexão, os pacientes passam por fisioterapia para treinar o cérebro no reconhecimento dos novos sinais dos nervos, um processo que leva de seis a 18 meses.

 

A professora assistente de cirurgia plástica e reconstrutiva e líder do estudo, Dra. Ida Fox, diz: “Fisicamente, a cirurgia de transferência de nervos oferece melhoras incrementais nas funcionalidades das mãos e dos braços. No entanto psicologicamente estes pequenos passos são muito importantes para a qualidade de vida dos pacientes”.

 

A cirurgiã plástica relembra um paciente que contou a ela como ele pode pegar um pedaço de macarrão que havia caído em sua blusa. “Antes do procedimento ele não conseguia mover os dedos. Limpar-se sozinho significou muito para ele”, afirma a Dra. Ida.

 

O objetivo da pesquisa é descobrir uma maneira de devolver os movimentos aos cerca de 250 mil americanos e as outras centenas de milhares de pessoas ao redor do mundo que vivem com lesões na coluna. Enquanto isto não for possível será fundamental criar formas para que a independência em tarefas básicas seja reconquistada, melhorando assim a qualidade de vida destes pacientes.

 

Outro exemplo dado pela Dra. Ida Fox é a inabilidade de pacientes lesionados na cervical de controlarem seus intestinos e bexigas. “Estas pessoas não têm este controle porque o cérebro não consegue se comunicar com a parte inferior do corpo. Portanto eles não conseguem sentir a necessidade de ir ao banheiro. Em geral estes pacientes precisam da ajuda de um cuidador. No entanto, após esta cirurgia, um dos meus pacientes foi capaz perceber isto após mais de uma década”, conta a cirurgiã plástica, antes de completar: “o aumento de privacidade e espaço pessoal restaura significantemente a dignidade destes pessoas”.

 

Com informações do Daily Mail. O estudo foi publicado no Plastic and Reconstructive Surgery.

Bastam 66 dias para mudar um hábito

Mudar alguns hábitos está ao alcance de todos. Para isso, são necessários dois ingredientes importantes: escolher uma mudança que seja coerente com sua escala de valores e treinar até que se torne um hábito. Pouco além disso.

 

Nada é “obrigatoriamente” para sempre, sequer o que se escolheu como hobby, profissão ou local de residência. A ideia de que podemos ser quem desejamos, praticar novos esportes, aprender outras culturas, experimentar todas as gastronomias, ter outros círculos de amigos… transforma uma vida parada em outra, rica em oportunidades e variedade.

 

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O cérebro é plástico. As pessoas evoluem, desejamos mudar, crescer interiormente, e estamos capacitados para isso. Ficaram para trás as teorias sobre a morte dos neurônios e os processos cognitivos degenerativos. Hoje sabemos que os neurônios geram novas conexões que permitem aprender até o dia em que morremos. A plasticidade cerebral demonstrou que o cérebro é uma esponja, moldável, e que continuamente vamos reconfigurando nosso mapa cerebral. Foi o que disse William James, um dos pais da psicologia, em 1890, e todos os neuropsicólogos hoje em dia confirmam as mesmas teorias.

 

O próprio interesse por querer mudar de hábitos, a atitude e a motivação, assim como sair da zona de conforto, convidam o cérebro a uma reorganização constante. Esse processo está presente nas pessoas desde o nascimento até a morte.

 

Nesta sociedade impaciente, baseada na cultura do “quero tudo já e sem esforço”, mudar de hábitos se tornou um suplício. Não porque seja difícil, mas porque não abrimos espaço suficiente para que se torne um hábito. Não lhe passou pela cabeça alguma vez que, ao começar uma dieta, as primeiras semanas são mais difíceis de do que quando já está praticando há algum tempo? É resultado desse processo. No início seu cérebro lembra o que já está automatizado, o hábito de beliscar, comer doce ou não praticar exercício, até que se “educa” e acaba adquirindo as novas regras e formas de se comportar em relação à comida.

 

A neurogênese é o processo pelo qual novos neurônios são gerados. Uma das atividades que retardam o envelhecimento do cérebro é a atividade física. Sim, não só se deve praticar exercícios pelos benefícios emocionais, como o bem-estar e a redução da ansiedade, ou para ficar mais atraente e forte, mas porque seu cérebro se manterá jovem por mais tempo. Um estudo do doutor Kwok Fai-so, da Universidade de Hong Kong, correlacionou a corrida com a neurogênese. O exercício ajuda a divisão das células-tronco, que são as que permitem o surgimento de novas células nervosas.
Existem outras práticas, como a meditação, o tipo de alimentação e a atividade sexual que também favorecem a criação de novas células nervosas.

 

Uma vez que a reorganização cerebral é estimulada ao longo de toda a vida, não há uma única etapa em que não possamos aprender algo novo. A idade de aposentadoria não determina uma queda, nem completar 40 ou 50 anos deveria ser deprimente. Todos que tiverem interesse e atitude em relação a algo estão em boa hora, poderão aprender, treinar e tornar-se especialistas independentemente da idade. Se você é dessas pessoas que se dedicaram durante a vida a uma profissão com a qual viveram relativamente bem, mas ficaram com o desejo de estudar Antropologia, História, Exatas, Artes Plásticas ou o que for, pode começar agora. Não há limite de idade nem de tempo para o saber.

 

Não deixe que sua idade o limite quando seu cérebro está preparado para tudo. A mente se renova constantemente graças à plasticidade neuronal.

 

Até há pouco tempo pensava-se que modificar e automatizar um hábito exigia 21 dias. Otimismo demais! Um estudo recente de Jane Wardle, do University College de Londres, publicado no European Journal of Social Psychology, afirma que para transformar um novo objetivo ou atividade em algo automático, de tal forma que não tenhamos de ter força de vontade, precisamos de 66 dias.

 

Sinceramente, tanto faz se forem 21 ou 66! O interessante é que somos capazes de aprender, treinar e modificar o que desejarmos. O número de dias é relativo. Depende de fatores como insistência, perseverança, habilidades, das variáveis psicológicas da personalidade e do interesse. A mudança está em torno de dois meses e pouco. O que são dois meses no ciclo de nossa vida? Nada. Esse tempo é necessário para sermos capazes de fazer a mudança que desejamos. E isso nos torna livres e poderosos.

 

 

Dez conselhos para começar o que se deseja:

1. Eleja seu propósito e o transforme em seu projeto. É certo que, se fizer uma lista, se dará conta de que tem muitas inquietações. Mas não podemos mudar ou tentar fazer tudo de uma vez. Esqueça seu cérebro multitarefa e não queira modificar tudo em um instante. Quando conseguir automatizar o primeiro, passe ao segundo.

 

2. Reflita sobre sua meta. Se responder às seguintes perguntas em relação a seu objetivo, seu compromisso com ele aumentará: O que quero? Por quê? Para quê? Com quê? O “com que” refere-se aos seus pontos fortes, valores e atitudes para consegui-lo. Quando enfrentar algo novo, e tendo em vista que isso implica em sair da zona de conforto, é recomendável ter a segurança e a confiança de que está preparado, que tem capacidade e que irá conseguir. Mesmo que seja difícil.

 

3. Faça com que ele caiba no seu dia-a-dia. Não importa o que deseja iniciar, é preciso tempo. Se não abrir um espaço em sua agenda e o transformar em rotina, o normal é que termine postergando o que agora não faz parte de sua vida.

 

4. Ressalte seu objetivo. Tudo aquilo que não faz parte de nossa ordem habitual é fácil de ser esquecido. Se tem uma agenda, marque com caneta marca-texto. Se utiliza o alerta do celular, crie um diário com o novo objetivo. Não abuse de sua memória e do “deveria ter me lembrado”.

 

5. Cerque-se de todo o necessário, assim não terá desculpas para não começar. Por exemplo, se está de dieta, compre os alimentos do regime; se começou a praticar esportes, busque a roupa que irá usar, ou se começou a tirar fotos, prepare o material.

 

6. Comece hoje. Não existe nenhum estudo com rigor científico que relacione a segunda-feira ou o primeiro dia de janeiro exclusivamente com o começo de um novo hábito. A terça-feira e a quinta são dias tão bons como qualquer outro. Deixar tudo para a segunda é outra maneira de postergar e deixar que a preguiça vença sua força de vontade. O melhor dia para começar algo é hoje.

 

7. Emocione-se. As emoções avivam a lembrança, produzem bem-estar, e estar apaixonado pelo que se faz fideliza o hábito. Busque como se sente, o que irá conseguir, como irá melhorar sua vida pessoal e profissional. Aproveite e esteja presente.

 

8. Não escute a voz interior que lhe diz que está cansado, qual o sentido disso e que a vida é muito curta para não ser aproveitada. Nosso cérebro está muito treinado para criar desculpas e continuar na zona de conforto. Essa voz interior é muito forte e pode ser muito convincente.

 

9. Seja disciplinado. Leve seu hábito a sério. E levá-lo a sério não significa se tornar sério, mas que seja uma prioridade, algo para dedicar seu valioso tempo. E que tenha um lugar especial em sua agenda.

 

10. Transforme seu novo hábito em sua filosofia de vida. Isso lhe dará outra dimensão e calma. Não se trata de aprender algo agora, mas aproveitar e saber que tem toda a vida para praticá-lo. Se, por exemplo, decidiu começar com a atividade física, não se sinta mal se pular um dia. Tem amanhã, o dia depois dele e toda a vida para fazê-lo. Não se trata de sentir-se culpado. Essa emoção não agrega nada. Só é preciso ser disciplinado e ter seriedade. Se for realmente algo importante, amanhã voltará a fazê-lo. Não é tudo ou nada. É incorporar algo bom para cada um e encaixá-lo na vida para aproveitar, não para que seja mais um sofrimento no caso de não poder realizá-lo um dia.

 

Fonte: El País Brasil

Autor: Patricia Ramírez

#CirurgiaPlástica no futuro: robótica a serviço da saúde

Os avanços tecnológicos são fundamentais para todos os setores da sociedade, inclusive nas áreas da saúde e cirurgia plástica. Recentemente diversas notícias mostraram o impacto positivo de novas ferramentas e recursos na busca por melhor qualidade de vida e saúde das pessoas, como o uso de impressoras 3D em cirurgias plásticas reconstrutivas. Outra novidade promete impactar positivamente a especialidade: a cirurgia robótica.

 

O desenvolvimento e a aplicação deste instrumental iniciou-se há mais de 20 anos na área da cirurgia geral, mas apenas nos últimos anos esta tecnologia começou a ter sua aplicação na cirurgia plástica efetivamente estudada e testada. Por trás deste movimento de inovação incipiente há um brasileiro. O Dr. Marco Faria Correa, cirurgião plástico integrante da SBCP, é um dos pioneiros no mundo no uso da robótica na cirurgia plástica – além dele apenas um cirurgião plástico norte-americano utiliza a tecnologia.

 

Foto: reprodução/da Vinci Surgery

 

 

“Este será o futuro das cirurgias minimamente invasivas inclusive na cirurgia plástica”, crava o Dr.Faria-Correa. As principais explicações para que a robótica seja adotada na realização de cirurgias plásticas endoscopicas ou minimamente invasivas está relacionada à eficiência no procedimento e na segurança. “O auxílio da tecnologia anula possíveis tremores da mão, permite incisões menores, acesso a lugares difíceis e visualização detalhada da região operada. A robótica oferece alta precisão para o cirurgião plástico”, explica o especialista.

 

A tecnologia ainda é muito cara para estar acessível ao grande público. No Brasil existem cerca de 12 equipamentos de robótica, mas nenhum deles é usado para cirurgias plásticas. O número deve aumentar conforme o uso for aprimorado e se consolidar. “O equipamento não é muito caro quando comparando, por exemplo, com uma máquina de tomografia computadorizada. Em alguns anos a robótica chegará ao Brasil”, diz o cirurgião plástico.

 

De acordo com o Dr. Correa, o custo final de material de uma cirurgia plástica pode aumentar em até US$ 3 mil dólares. Apesar de ser um aumento significativo, há compensação em outras partes.

“A cirurgia Robótica e a evolução da cirurgia endoscópica. As cirurgias minimamente invasivas apresentam muitas vantagens quando comparadas as cirurgias abertas como: menor risco de infeção, menor trauma cirúrgico, reduz o tempo de hospitalização, reduz o tempo de recuperação, e cicatrizes menores, mais rápido retorno para o trabalho, o que compensa o aumento do custo inicial”, afirma o cirurgião plástico.

 

Os estudos atuais do Dr. Correa se concentram em cirurgias plásticas de abdômen, enquanto o colega americano se dedica a outros procedimentos, como a reconstrução de mamas e microcirurgias e cirurgia de cabeça e pescoço. No futuro a tecnologia seguramente será utilizada em outras técnicas de cirurgia plástica.

 

Quem manda é o cirurgião

Uma dúvida natural quando tratamos do assunto é a possível substituição dos cirurgiões plásticos por máquinas na hora de realizar procedimentos. Este cenário não deverá se tornar realidade. Apesar do nome robótica, não há nenhum tipo de inteligência artificial comandando o robô. Neste caso, ele é apenas a extensão do braço do especialista.

 

“Quem opera é o cirurgião plástico e não o robô, que na realidade é uma máquina de cirurgia de alta tecnologia. O cirurgião inicia a cirurgia por métodos convencionais e instala os braços do robô no campo cirúrgico e então senta-se no console e dirige e comanda todos os movimentos. O robô não tem autonomia de movimentos ou criatividade. É o cirurgião com sua experiência e arte que realiza a cirurgia”, explica o Dr. Faria-Correa.

 

De acordo com o cirurgião plástico, a robótica dá mais precisão e possibilita trabalhar através de cicatrizes mínimas, utilizando mini instrumentos, eliminando os tremores e proporcionando uma imagem tridimensional e de alta definição. “A habilidade e o toque do profissional ainda serão primordiais para procedimentos de sucesso. Da mesma forma cirurgiões plásticos mais novos não serão mais capazes apenas por estarem familiarizados com conceitos similares ao da robótica: a habilidade e a experiência sempre farão a diferença”, esclarece o Dr. Faria-Correa.

 

Um bom exemplo disso é a própria trajetória do especialista. Antes de se especializar em robótica, o cirurgião plástico acumulou ampla experiência na área. Há 24 anos foi o pioneiro no uso da endoscopia em cirurgias plásticas de abdômen, que por fim acabou levando-o a evoluir para a cirurgia robótica, que representa o estado da arte da endoscopia. Há 10 anos se estabeleceu em Cingapura, de onde continua sua carreira.

 

“Devemos estar sempre atentos à evolução das técnicas e tecnologias que ajudem a melhorar os nossos resultados. A robótica vem para nos facilitar e aperfeiçoar o que já fazíamos com a endoscopia e talvez para nos ajudar a buscar e desenvolver novos caminhos para uma cirurgia plástica ainda melhor”. Dr. Marco, como e conhecido em Cingapura.

 

Antes de operar a tecnologia, o Dr. Faria-Correa esclarece que é preciso passar por um rigoroso treinamento, que varia de seis meses a um ano. O profissional é treinado primeiro em um simulador experimental e depois assiste aulas de outras cirurgias. O passo seguinte é executar cinco procedimentos sob supervisão de um profissional já certificado. Só depois de superar este estágio é possível obter a certificação em cirurgia robótica.

Banho frio por uma saúde melhor

Depois da invenção do banho quente a humanidade se livrou de uma verdadeira ducha de água fria. A ideia de encarar água gelada por parecer torturante para muitas pessoas, mas possivelmente não é para a saúde delas. Um estudo mostrou que banho frio pode trazer benefícios funcionais e estéticos. Por exemplo, nadar em uma piscina com temperatura de 15° aumenta o número de células brancas no corpo, responsáveis pelo sistema imunológico.

 

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Outra amostra é que a água gelada ativa a gordura marrom do organismo, um tipo de gordura boa para o metabolismo e que pode auxiliar na queima de calorias. Pessoas com quadro de depressão podem se beneficiar: há indícios científicos de que o choque causado pela ducha fria pode melhorar o humor das pessoas.

 

A pele e os cabelos também recebem efeitos positivos. Qualquer contato com água retira óleos naturais produzidos da pele, mas a água quente faz isso mais rápido. Neste caso não é a água gelada que age sobre o corpo, mas o frio que faz a pessoa fica menos tempo no banho e retira menos óleo natural da pele. Uma ducha fria no fim do banho faz com que o cabelo feche a cutícula do fio de para baixo. Isso evita que o cabelo fique levantado e dá brilho aos fios.

 

Estes estudos dão indícios de que uma bela ducha fria pode ser bom para o organismo. Não espere que um banho gelado resolva seus problemas, mas da próxima vez que estiver no banho experimente ao menos terminar a limpeza do corpo com água fria. No mínimo você gastará menos água e menos energia.

 

Com informações da Shape (em inglês).

Você pode ler alguns estudos sobre o assunto aqui e aqui.

Crédito da Foto:Aadiflick via Compfight cc

Exercício é bom para a saúde, mas sem exageros é melhor ainda

Quanto mais exercícios melhor, certo? Pense duas vezes: um estudo publicado por pesquisadores dinamarqueses no prestigiado Journal of The American College of Cardiology sugere o contrário.

 

O estudo durou 12 anos e envolveu mais de cinco mil pessoas. Destas, 1098 praticavam corrida e 3950 não praticavam. Hábitos como o tabagismo, consumo de álcool, presença de diabetes, problemas no coração e idade foram levados em consideração.

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O resultado é surpreendente: apesar de o sedentarismo não levar a uma vida saudável, os que praticavam a corrida de forma moderada apresentaram riscos de mortalidade menor do que os corredores mais intensos.

 

Quem dedicava de 1 a 2,4 horas por dia para o exercício apresentou 71% menos chances de mortalidade do que os sedentários que não corriam. No entanto, os pesquisadores também compararam o risco entre os corredores. As pessoas que corriam menos de uma hora por semana apresentaram um risco de mortalidade 53% menor. Corredores que praticavam o exercício de 2,5 horas a 4 horas por semana não apresentaram vantagem significativa em comparação aos sedentários.

 

Em termos de freqüência, a quantidade ideal de corrida foi de duas a três vezes por semana. Esses corredores tiveram risco 68% menor do que os sedentários saudáveis.

 

Já sobre a velocidade, quem corria devagar apresentou um risco de mortalidade 49% menor do que os sedentários. Os que corriam rápido tiveram índices de risco semelhantes aos que não praticam o exercício.

 

A conclusão dos cientistas parece confirmar o velho ditado de que tudo em excesso faz mal: o alto risco de mortalidade está nos extremos dos espectros, quem não corre ou quem corre de mais.

 

Corredores menos intensos acabaram se posicionando no centro, em uma situação com grandes benefícios e sem esforços exagerados.

 

Nunca ouviu falar disto antes? Isso porque você não leu sobre o estudo feito em 2012 pelo Aerobics Center Longitudinal Study (ACLS) que indicou que pessoas que corriam menos de 30 km por semana conseguiam mais impactos positivos em sua saúde do que os que superavam esta distância.

 

Outro estudo, conduzido em 2014 pela Cooper Clinic, do Texas, mostrou resultados similares. Os pesquisadores também levaram em consideração condições como diabetes, hipertensão, saúde mental e peso.

 

E então, que tal encontrar o equilíbrio na busca pela saúde?

 

Com informações do EmpowHER. Leia o original e veja as fontes das pesquisas.

Crédito da foto: Stockvault

Jornada Paulista de Cirurgia Plástica debate tratamento para soropositivos e novas técnicas da área

O tratamento de pacientes soropositivos foi um dos principais temas de discussão da Jornada Paulista de Cirurgia Plástica. “Hoje em dia, o paciente não morre pelo HIV, mas por algumas sequelas como perda de gordura corporal no corpo, ou o acúmulo faz com que a pessoa fique estigmatizada. Ao corrigir essas alterações estéticas, as pessoas passam a viver uma vida mais normal”, disse à Agência Efe o presidente da Regional São Paulo da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), Fernando de Almeida Prado.

 

Essa perda ou acúmulo é classificada como lipodistrofia, comum em pessoas portadoras do vírus por precisarem tomar muitos medicamentos que geram acúmulo de gordura nos braços, pernas, glúteo, nuca e tórax, que pode ser eliminado com cirurgia plástica, como explicou Prado.

 

Em sua 34ª edição, a jornada tenta esclarecer a polêmica em torno dos mitos sobre perigos da cirurgia plástica.

 

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“A cirurgia plástica é cada vez mais segura, hoje as tecnologias ajudam nessa qualidade. Ela aparece como excelente opção para o tratamento desses casos, que oferece também a elevação da autoestima desses pacientes”, comentou Prado.

 

A lipodistrofia em pacientes soropositivos é considerada um sintoma novo, já que o coquetel de medicamentos para combater o HIV propiciava uma sobrevida de poucos anos aos pacientes.

 

Com o avanço nas pesquisas e a eficácia dos medicamentos, o aumento da expectativa de vida dos pacientes cresceu e os efeitos ocasionados têm condição de serem tratados com outros métodos.

 

“Alguns pacientes quando começam a sofrer os efeitos do coquetel deixam de tomá-lo e isso representa um grande risco. Nossos esforços são para oferecer alternativas que possam reverter esse quadro”, declarou Prado.

 

Além do tratamento de pacientes com HIV, a jornada vai discutir o tratamento com enxerto de gordura, “muito aclamado no mundo”.

 

“O que a medicina tem observado é que a gordura não só aumenta o volume, mas há uma melhora de qualidade de pele, por exemplo”, disse Prado à Efe.

 

A 34ª Jornada Paulista de Cirurgia Plástica foi realizada entre os dias 29 de abril e 3 de maio em São Paulo e é o terceiro maior evento do tipo no mundo.

 

Com informações do portal Terra. Leia a matéria original aqui.

Crédito da foto: bestinplastics (via Flickr)

Dica de maquiagem para o outono

Veja um tutorial com uma maquiagem que promete arrasar no outono e capriche no visual para este final de semana!

 

Estudo liga falta de sono a má qualidade da pele

Eles o chamam de “sono de beleza” por uma razão. Um novo estudo realizado por pesquisadores da University Hospitals Case Medical Center demonstrou uma ligação entre a falta de sono e a qualidade da pele. O ensaio clínico foi encomendado pela Estée Lauder e apresentado em um encontro de dermatologia em Edimburgo, na Escócia.

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Pesquisadores avaliaram diversos casos e realizaram vários testes não-invasivos, tais como exposição à luz UV. Eles, então, avaliaram a qualidade da pele de cada objeto de estudo e determinaram uma classificação, por exemplo, aqueles em que a aparência da pele parecia mais velha recebeu notas mais altas.

 

Os indivíduos que relataram boa qualidade de sono possuíam maior capacidade de recuperação da pele do que aqueles que não dormiram bem. Eles também descobriram que pessoas que dormem pouco levam mais tempo para superar queimaduras solares, com uma classificação de pele em média dois pontos a menos do que aqueles que têm regularmente uma boa noite de sono.

 

Além do mais, a qualidade do sono parece também ter um impacto sobre o índice de massa corporal. Apenas 23% das pessoas que apresentaram boa qualidade do sono foram considerados obesos, enquanto que para o outro grupo esse número é de 44%. Aqueles que dormiam bem também se sentiam mais atraentes, enquanto os ou outros tiveram uma menor percepção de auto-atração.

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“Esta pesquisa mostra pela primeira vez que a má qualidade do sono pode acelerar os sinais de envelhecimento da pele e enfraquecer a capacidade da pele de reparar-se durante a noite”, disse o Dr. Daniel Yarosh, que estava envolvido com o estudo. ”Essas conexões entre sono e envelhecimento da pele, agora suportado com dados científicos sólidos, vai ter um efeito profundo sobre a forma como nós estudamos pele e suas funções.”

Ingredientes Antienvelhecimento

Quer ter a pele com aparência jovem e saudável durante a meia-idade? Se a resposta é sim, você precisa considerar mais do que apenas o hidratante e a classificação FPS do seu protetor solar. É fundamental que você também pense sobre sua alimentação. O Huffington Post , recentemente compilou uma lista de alguns dos alimentos que têm sido associadas à promoção da saúde e da beleza.

 

Invista nos líquidos
Não são apenas os alimentos que comemos que podem nos ajudar a manter a aparência jovem, mas também o que bebemos. De acordo com a fonte de notícias, romãs recentemente foram apontadas como aliadas para retardar a oxidação do DNA –  caso você esteja se perguntando, a oxidação significa, essencialmente,”desgaste”. Com todas aquelas pequenas sementes, comer romã pode ser frustrante, mas você pode facilmente obter a sua cota do fruto por meio de um copo de suco.

Beber chá verde também é uma boa maneira de retardar o processo de envelhecimento. A bebida está repleta de antioxidantes, além disso, os nutrientes que ele carrega ajudam a reduzir a inflamação crônica, que desempenha um papel importante na diabetes e outras doenças.

 Cha verde

As cores dos alimentos
Se você está em pé no corredor do supermercado se sentindo confuso sobre quais alimentos você deve pegar, fique de olho nos legumes alaranjados. Cenoura, abóbora e batata-doce se enquadram nesta categoria, e sua cor não é coincidência. Eles possuem uma substância chamada alfa-caroteno, responsável pela coloração alaranjada, e benéfica para o organismo. Não se esqueça da laranja e outras frutas de cores vivas. De acordo com o Huffington Post, a vitamina C tem sido comprovada como um retardador de envelhecimento das células, ajundando-as a manter-se jovens.

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É tarde demais?
As notícias sobre o poder de antienvelhecimento dos alimentos pode ser frustrante para aqueles de nós que já começaram a ver sinais da idade. Pois, neste momento mesmo que você faça um estoque de chá verde, cenoura e romãs, você não será capaz de eliminar rugas e outras imperfeições da pele relacionadas a idade, sem um pouco de ajuda externa. Felizmente, o mundo da cirurgia plástica e estética tem avançado ao ponto em que é possível se livrar de linhas faciais profundas, eliminar problemas de pigmentação, manchas solares, pequenas cicatrizes faciais e outros males de pele.

Fonte: ASAPS

 

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