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Bento Gonçalves sedia 13º Congresso do Conesul – FILACP

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Cirurgiões plásticos do Brasil, Argentina, Chile, Paraguai e Uruguai estão reunidos desde ontem, 07 de dezembro, No Spa do Vinho, localizado na cidade gaúcha de Bento Gonçalves (RS), onde participam da 13ª edição do Congresso do Conesul – FILACP, evento que ocorre a cada dois anos e sediado em países e cidades diferentes, organizado pelas sociedades de cirurgia plástica locais.

Em 2017 a organização é da SBCP e marca a sua forte união com a FILACP no último biênio, em busca de uma integração científica latino-americana para fortalecer a especialidade, rompendo fronteiras para abordar e buscar soluções para problemas comuns à cirurgia plástica dos vários países participantes da FILACP.

A sessão solene de abertura marcou o início do Congresso e começou parabenizando aos especialistas pelo Dia do Cirurgião Plástico e a SBCP pelos seus 69 anos.

Compuseram a mesa, o presidente da SBCP, Luciano Chaves; o presidente da FILACP, Guillermo Vasques; o secretário geral da SBCP e presidente eleito para o biênio 2018/2109, Niveo Steffen; o presidente da SBCP-RS, Eduardo Mainieri Chem; o diretor de eventos científicos da FILACP, José Yoshikazu Tariki; o secretário geral do Departamento de Eventos Científicos da SBCP, Eduardo Nigri; o diretor de relações internacionais da FILACP, Romulo Guerrero Viscunha; o chanceler da SBCP, Nelson Sarto Piccolo e o secretário de turismo de Bento Gonçalves, Rodrigo Parisotto, que representou o prefeito da cidade.

O secretário de saúde de Bento Gonçalves e as representantes do Bento Gonçalves Convention Bureau, Sabrina Cardoso e Daniele Araújo, também estiveram presentes na solenidade de abertura.

Confira os principais momentos do primeiro dia do 13º Congresso do Conesul FILACP. O evento acontece até o dia 09 de dezembro.

Presidente da SBCP participa de audiência pública em Brasília sobre intercorrências em lipoaspiração

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O assunto tem ganhado notoriedade na Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher e da Comissão de Seguridade Social e Família e abre espaço para discussão da Defesa da Especialidade

Por SBCP

O presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), Luciano Chaves, participou na tarde desta terça-feira, 05 de dezembro, de uma audiência pública da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, na Câmara dos Deputados, em Brasília, para debater intercorrências e óbitos em consequência da lipoaspiração.

Chaves explicou que a técnica de realizar a lipoaspiração é única, mas que existem várias metodologias que podem minimizar ou ampliar a possibilidade de intercorrências. O presidente aproveitou para explicar sobre a invasão da especialidade que tem aumentado consideravelmente o número de intercorrências e óbitos e explicou o Projeto Nacional de Defesa da Especialidade, criado no início de sua gestão em 2016.

Ao lado da representante do Conselho Federal de Medicina (CFM), Rosylane Nascimento das Merces Rocha, do dermatologista Érico Pampado Di Santis, da pesquisadora Centro Cochrane do Brasil, Daniela Panchito e das deputadas Carmen Zanotto e Pollyana Gama, Luciano Chaves discutiu a atuação de outras especialidades atuando na cirurgia plástica e o aumento de intercorrências e óbitos e defendeu a notificação compulsória e a mudança na legislação para coibir a atuação de não especialistas e aumentar a segurança dos pacientes.

54º Congresso Nacional – Entrega da “chave” SBCP

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54º Congresso Brasileiro de Cirurgia Plástica teve entrega simbólica da “chave” da SBCP

Por SBCP

Durante a cerimônia de abertura do 54º Congresso Brasileiro de Cirurgia Plástica, em 16 de novembro em Florianópolis, SC, o atual presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), Luciano Chaves, fez a entrega simbólica da chave da SBCP para Níveo Steffen, presidente eleito para o biênio 2018/2019.

Chaves destacou em seu discurso as conquistas nestes últimos dois anos como o fechamento de pós-graduações em cirurgia plástica, o Projeto Nacional de Defesa da Especialidade, a Matriz de Competência da Residência em Cirurgia Plástica, o fortalecimento de parcerias importantes como Associação Médica Brasileira e Ministério da Educação, que colaboraram para as judicializações contra as invasões na cirurgia plástica por não especialistas, entre outras conquistas que visam o aprimoramento e defesa da especialidade.

Já o futuro presidente falou de suas expectativas e pilares da sua gestão: ciência, modernidade e defesa; a continuidade do Projeto Nacional de Defesa da Especialidade e outros desafios que terá pela frente. Na atual gestão, Niveo Steffen ocupa o cargo de secretário geral. Já foi presidente da SBCP regional RS no biênio 1994/1995.

Defesa da Especialidade da SBCP

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Assembleia Legislativa de SP homenageia Defesa da Especialidade da SBCP

Por SBCP

No último dia 13 de novembro, o vice-presidente da SBCP e membro da Comissão Nacional de Defesa da Especialidade, Dênis Calazans, recebeu uma homenagem pelo esforço da SBCP na defesa da especialidade, em sessão solene na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo em comemoração aos 60 anos do Conselho Regional de Medicina, o CREMESP. Conduzida pelo deputado Fernando Capez, a homenagem foi estendida a diretoria da SBCP-SP. Na oportunidade a SBCP e SBCP-SP apresentou a Capez o Projeto Nacional de Defesa da Especialidade, que, manifestou imenso interesse em mobilizar o Poder Legislativo em favor do exercício ético da Cirurgia Plástica e a segurança da população.

Denis Calazans (esq.) e Fernando Capez (dir.)

Denis Calazans e a homenagem

SBCP aprova 33 novos Membros Titulares

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Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica aprova 33 novos membros titulares no 54º Congresso Brasileiro de Cirurgia Plástica

Por SBCP

A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) aprovou no 54º Congresso Brasileiro de Cirurgia Plástica, realizado entre 15 e 18 de novembro em Florianópolis, Santa Catarina, 33 membros titulares que prestaram o Exame para Ascensão a Membro Titular. Para prestar o exame, o cirurgião plástico tem que ser membro associado há pelo menos três anos. Dentro da SBCP, um membro titular faz parte do conselho e tem poder de decisão na Sociedade. Confira abaixo a relação dos aprovados:

1 – ADRIEN ALBERTO FORNAZARI – SP

2 – ALLYSSON DOI – SP

3 – ANGELO SYRILLO PRETTO NETO – RS

4 – ANTONIO CHIQUETTI JUNIOR – PR

5 – ANTONIO MARCIO NUNES ALVES – PA

6 – ANTONIO TEIXEIRA DA SILVA JUNIOR – TO

7 – CLEBER DE OLIVEIRA STUQUE    – GO

8 – DANIELA SANCHEZ DE FREITAS ZAVATINI – SP

9 – DIEGO ANTONIO ROVARIS – PR

10 – DOUGLAS SEVERO FRAGA – RS

11 – ELAINE MARLENE TACLA – SP

12 – ERIKA RENATA MOTINAGA SUNAHARA – SP

13 – FABIO SILVA FERNANDES – GO

14 – FRANCISCO MENDONCA DE ALBUQUERQUE – SP

15 – GUILHERME BERTO ROCA – PR

16 – GUILHERME LEONEL ARBEX – RJ

17 – GUSTAVO DE AZAMBUJA PEREIRA FILHO – RS

18 – IVY DANTAS DE MELO E SILVA – RJ

19 – LEANDRO DE VASCONCELOS FARJALLA – RJ

20 – LEO LARA ESPINOZA – RJ

21 – LUIS CLAUDIO ABRAHAO BARBOSA – RJ

22 – MARCELA BENETTI SCARPA – SP

23 – MARCIO MILMAN – RJ

24 – PABLO EDUARDO ELIAS – SP

25 – PATRICIA MARIA ARAUJO NEVES – RJ

26 – RICARDO ALEXANDRE SILVEIRA – SP

27 – RICARDO VARISCO – RS

28 – RODRIGO CARUSO DUPRAT – SP

29 – TATIANA TURINI DA CUNHA – DF

30 – THIAGO DE OLIVEIRA LOPES CAVALCANTI – SC

31 – THIAGO GENN CLAVERY CONSTANCIO – RJ

32 – VICTOR DE ANDRADE RAMOS BOISSON – RJ

33 – VICTOR HUGO LARA CARDOSO DE SA – SP

Estética: procura por procedimentos não cirúrgicos aumenta 390%

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Nos últimos anos, o aumento da procura por procedimentos não cirúrgicos e reparadores superou o das operações estéticas, segundo novo levantamento

Por Giulia Vidale

Nos últimos dois anos, a procura por procedimentos estéticos não cirúrgicos aumentou 390%. Entre os cirúrgicos, as operações com fins reconstrutores subiram 23%, enquanto as cirurgias com fins estéticos, apenas 8%. Os dados são do Censo 2016 da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), que entrevistou 1.218 associados, de todas as regiões do país.

Para Luciano Chaves, presidente da SBCP, o aumento pela procura de procedimentos não cirúrgicos – em 2014, representavam apenas 17,4% da fatia de procedimentos estéticos realizados pelos cirurgiões plásticos e em 2016 passou a ocupar 47,5% da agenda de especialistas – pode ser associada aos seguintes fatores: pessoas mais jovens, que não procuravam cirurgias, estão procurando procedimentos menos invasivos e preventivos; redução dos custos desses procedimentos e maior qualificação e disponibilidade de especialistas que os realizam

Entre os tratamentos mais procurados estão preenchimento (1º), toxina botulínica (2º), peeling (3º), laser (4º) e suspensão com fios (5º). “O tipo de procedimento indicado [cirúrgico ou não cirúrgico] irá depender de cada fase e da necessidade de cada paciente. Por exemplo, maiores graus de envelhecimento, demandam cirurgia. Por outro lado, casos mais leves, sem um grau de envelhecimento estabelecido, podem ser resolvidos com procedimentos mais simples”, disse Chaves.

Cirurgias reparadoras

O aumento da procura por cirurgias reparadoras comprova o destaque que esses procedimentos ganharam nos últimos anos. Em 2009 elas representavam apenas 27% dos procedimentos realizados por cirurgiões plásticos, em 2014 passaram para 40% e, em 2016, 43%. Entre os tratamentos mais procurados, a cirurgia após câncer de pele foi a mais realizada, seguida pela pós-bariátrica e reconstrução mamária.

O presidente da SBCP atribui esse crescimento à maior qualificação dos cirurgiões plástico brasileiros na resolução de situações complexas de cirurgia reconstrutora. “Fatores como o aumento da violência urbana e de acidentes domésticos, como queimaduras em crianças, a precocidade do diagnóstico de câncer de pele e o aumento da procura por reconstruções após mastectomias por câncer de mama também contribuíram para o aumento da necessidade dessas cirurgias”.

Pagamento

A tendência também refletiu em mudanças nos pagadores das cirurgias. Embora a principal origem dos pagamentos ainda seja a particular, responsável pelo custeio de 59,3% dos procedimentos, neste censo, já aparecem outros pagadores, como o Sistema Único de Saúde (SUS) responsável pelo custeio de 16,3% das cirurgias realizadas e organizações filantrópicas, com 1,8%. Os convênios foram responsáveis por 19,8% das operações.

Cirurgias estéticas

Já as cirurgias plásticas estéticas, embora não tenham apresentado aumento significativo, continuam os maiores números absolutos, com 839.288 operações realizadas em 2016 (57% de todas as cirurgias realizadas).  O aumento de mamas ainda é o procedimento mais realizado no país, seguido por lipoaspiração, dermolipectomia abdominal (plástica da flacidez), mastopexia (elevação das mamas) e redução de mamas. Uma novidade do Censo 2016 é a inclusão dos dados de bichectomia, que não constavam nos censos anteriores, e correspondeu a 0,5% dos procedimentos realizados e a polêmica plástica vaginal, responsável por 1,7% das cirurgias estéticas.

Fonte: Revista Veja

A reconstrução da mama

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A reconstrução da mama é conseguida através de várias técnicas de cirurgia plástica que tentam restaurar a mama considerando-se a forma, a aparência e o tamanho após a mastectomia.
As etapas do procedimento são:

Etapa 1 – Anestesia
Medicamentos são administrados para o seu conforto durante o procedimento cirúrgico. As opções incluem sedação intravenosa e anestesia geral. Seu médico irá recomendar a melhor opção para você.

Etapa 2 – Técnicas de retalhos com músculo, gordura e pele próprios da paciente para criar ou cobrir o local da mama

Às vezes, a mastectomia ou tratamento com radiação podem deixar tecido insuficiente na parede torácica para cobrir e sustentar o implante mamário. O uso de implante mamário para reconstrução exige quase sempre uma ou demais técnicas de retalho ou expansão de tecido.

O retalho TRAM usa como doador músculo, gordura e pele do abdômen da paciente para reconstruir a mama. O retalho pode permanecer com o suprimento sanguíneo original e ser tunelizado para ser posicionado na caixa torácica ou ser completamente separado para formar a nova mama.

Como alternativa, o cirurgião pode escolher o DIEP, ou técnicas de retalhos SGAP, que não usam músculo, mas, sim, tecido do tórax posterior ou da nádega.

O retalho do latissimus dorsi utiliza músculo, gordura e pele tunelizados no local da mastectomia, permanecendo com seu suprimento sanguíneo original.

Ocasionalmente, o retalho pode reconstruir a mama, mas, muitas vezes, fornece o músculo e o tecido necessários para cobrir e sustentar o implante mamário.

Etapa 3 – Expansão da pele saudável para dar cobertura a um implante mamário

Reconstrução com expansão do tecido permite recuperação mais rápida que os procedimentos utilizando retalhos, no entanto, é um processo de reconstrução mais demorado. Este procedimento requer muitos retornos ao consultório, por 4 a 6 meses, após a colocação do expansor, para enchê-lo através de uma válvula interna e expandir a pele. Um segundo procedimento cirúrgico será necessário para substituir o expansor, que não é concebido para servir como implante permanente.

 Etapa 4 – Cirurgia de colocação do implante mamário

O implante mamário pode ser um complemento ou uma alternativa para técnicas de retalhos. Implantes de silicone estão disponíveis para a reconstrução. O cirurgião irá lhe ajudar a decidir qual alternativa é melhor para você. Reconstrução com implantes geralmente requerem expansão de tecido.

Etapa 5 – Enxertos e demais técnicas especializadas para criar o mamilo e a aréola

A reconstrução da mama é finalizada através de uma variedade de técnicas para reconstruir o mamilo e a aréola.

Ministro da Educação recebe a SBCP em audiência

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Em continuidade as ações do Projeto Nacional de Defesa da Especialidade, uma comitiva da SBCP foi até o Ministério da Educação para conversar com o ministro José Mendonça Bezerra Filho, na tarde da última quarta-feira, 27 de setembro. O vice-presidente da SBCP, Dr.

Dênis Calazans, o coordenador dos capítulos da SBCP e co-editor da Revista Brasileira de Cirurgia Plástica e membro da Comissão Nacional de Ensino de Cirurgia Plástica na Graduação Médica da SBCP, Dr. Antonio Roberto Bozola e o Dr. João Mansur, se reuniram com o ministro para mais uma vez levar os pleitos da SBCP sobre a regulamentação do ensino da cirurgia plástica nas faculdades de medicina no Brasil.

Vale lembrar que, após a primeira visita do presidente da SBCP, Dr. Luciano Chaves ao Ministro, denunciando os cursos fraudulentos de pós-graduação em cirurgia plástica, houve o fechamento dos cursos de pós-graduação em cirurgia plástica nas faculdades do Grupo Facinepe, do Sul do país e posteriormente, a aprovação da Matriz de Competência da Residência em Cirurgia Plástica, elaborada pelo MEC, pela primeira vez de forma conjunta com a SBCP e define a formação, qualificação e competências do profissional em Cirurgia Plástica durante a residência médica na especialidade.

Uma parceria voltada para o fortalecimento da cirurgia plástica .

Da esq. para a dir. Dr. Bozola, Mendonça Filho, Dr. Denis Calazans e Dr. João Mansur