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34ª Jornada Centro-Oeste de Cirurgia Plástica é o primeiro evento oficial híbrido da SBCP

By Notícias

Com 337 participantes presenciais e online, o encontro marca um novo formato experimental de eventos na Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica

Em sintonia com as novas tendências e para possibilitar um alcance maior do conhecimento científico, a última edição da Jornada Centro-Oeste de Cirurgia Plástica, realizada de 17 a 19 de março no Hotel Royal Tulip Brasília, na Capital Federal, foi o primeiro evento oficial organizado pela SBCP Nacional a ser transmitido ao vivo e gravado para quem se inscreveu e não pode acompanhar no local.

Contorno Corporal foi o tema central desta edição e teve como destaque o curso de Lipo HD, que ocorreu no primeiro dia com vários palestrantes, incluindo o criador da técnica, o colombiano Alfredo Hoyos. Foram 3h30 de curso mais duas horas de mesas-redondas sobre a lipo de alta definição com os especialistas mais envolvidos no tema.

Ao total, foram mais de 22 horas de conteúdo nos três dias do evento, mais de 100 palestrantes, sendo mais de 10 internacionais para atualizar o conhecimento e intercâmbio de ideias com 337 participantes presenciais e online.

Atrações como o duelo de ideias, conferências nacionais e internacionais, casos clínicos, mesas-redondas e palestras preencheram a agenda do segundo e terceiro dia do evento, sem deixar, claro de intercalar com uma vibrante programação social, que incluiu o 3º Torneio Aberto de Tênis Adilson Branco Farrapeira, no Clube dos Médicos de Brasília e um animado jantar de confraternização no Dúnia City Hall.

CONTEÚDO DISPONÍVEL ATÉ 30 DIAS DEPOIS DO EVENTO

Para aproximar o cirurgião plástico dos formatos online do evento, a SBCP disponibiliza o conteúdo da 34ª Jornada Centro-Oeste de Cirurgia Plástica disponível até 30 dias depois do evento, gratuitamente para inscritos na modalidade presencial ou online. Para os participantes presenciais e online que já assistiram os conteúdos, o certificado está disponível. Clique aqui e acesse.

Confira a galeria de fotos do evento.

Anvisa determina recolhimento de lotes de implantes mamários

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A Anvisa suspendeu a comercialização e determinou o recolhimento de lotes da Prótese Mamária com Gel de Silicone fabricados a partir de 19/5/2021 pela empresa Guangzhou Wanhe Plastic Materials, localizada na China. No Brasil, o produto é registrado pela empresa CRM Comércio Importação e Exportação. As medidas foram adotadas após a suspensão do Certificado de Conformidade do produto, que avalia aspectos técnicos, como a composição e a resistência das próteses. O objetivo é reduzir possíveis riscos sanitários que possam afetar a qualidade do produto.

Atenção! As unidades do produto não implantadas devem ser separadas e não podem ser utilizadas.

As pessoas com próteses mamárias implantadas devem manter a rotina de manutenção, pós-operatório e acompanhamento definidos pelo cirurgião responsável.

Fonte: Anvisa

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Cirurgia plástica: como realizar um procedimento de forma segura?

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Por Denise Bonfim

Segundo o último levantamento feito pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), em 2018, o Brasil realiza em média, 1,5 milhão de cirurgias plásticas por ano, ocupando a segunda colocação nesse quesito em todo o mundo. Os Estados Unidos são os primeiros.

Entre os procedimentos cirúrgicos, as próteses de mamas, lipoaspiração e cirurgias abdominais são as mais procuradas. Mas e quando o sonho se transforma em uma dolorosa realidade?

Em entrevista exclusiva ao iG , o médico Miguel Sabino Neto, membro titular da SBCP, professor associado Livre-Docente da Universidade Federal de São Paulo e chefe da disciplina de Cirurgia Plástica da EPM/UNIFESP, analisou o contexto dos números atuais, e apontou que a realização de procedimentos com profissionais não habilitados contribui para as complicações não parem de acontecer.

“Se a gente for analisar proporcionalmente [o número de mortes] com o número de operações, veremos que é [um índice] baixo. No entanto, temos que nos ater a algumas questões: muitas vezes estamos lidando com uma cirurgia estética, e claro, é diferente de uma cirurgia de câncer, por exemplo. A repercussão, quando se fala de uma paciente que morre em uma cirurgia estética, é muito maior. Mas apesar disso, não podemos minimizar os fatos”, pondera.

“É preciso fazer uma correlação de onde elas foram operadas. Será que foram operadas por um especialista? ‘Ah, mas se operar com um cirurgião plástico não acontece’? Pode acontecer uma fatalidade, mas muitas vezes é esse denominador comum: operou no local inadequado e com uma equipe que não era habilitada”.

Para o especialista, o paciente é a parte mais frágil nessa relação, pois não tem conhecimento técnico sobre o que é necessário e qual o melhor ambiente para a realização de uma cirurgia. Ele, no entanto, aponta o que pode ser feito para garantir que o que foi proposto, de fato, será cumprido.

“O primeiro passo é procurar informações sobre o cirurgião. Muitas vezes, essas informações podem ser obtidas no próprio site da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. É importante saber, por exemplo, se esse médico é um membro da sociedade, se tem um título de especialista”, ensina.

Ser membro da SBPC significa que o profissional, além da faculdade de medicina, passou por uma especialização em cirurgia geral, e especialização em cirurgia plástica, somando no mínimo 11 anos de estudo, além de possuir título de especialista, o que o credencia a qualquer procedimento do gênero. O médico orienta também que o paciente peça indicações para médicos que confie, ou que já tenha feito algum tratamento.

“O porte da cirurgia é que vai determinar o local onde ela deve ser feita. Cirurgias realizadas sob anestesia local, ou de baixo tempo cirúrgico, até com anestesia geral, podem ser realizadas no que a gente chama de ‘hospitais dia’, presentes em muitas cidades do país. Neles, o paciente recebe alta no mesmo dia da cirurgia”.

Com exceção da abdominoplastia, quase todas as cirurgias feitas de forma isolada, ou seja, quando não há combinação de procedimentos (como prótese de mamas e lipoaspiração), a paciente volta para casa sem dormir no hospital.

“Cirurgias combinadas exigem um cuidado maior. A paciente deve ir para um hospital-geral, onde tenha UTI, caso necessário. É raro precisar, mas é melhor contar com essa estrutura”, ensina o especialista.

Antes da operação, o paciente deve conversar com o profissional sobre as comorbidades, que devem ser investigadas em exames pré-operatórios. Pessoas com diabetes e pressão alta podem ter um maior risco após o procedimento.

Existe uma cirurgia mais perigosa?

As cirurgias comuns a maioria dos casos que vem à público são abdominoplastia e lipoaspiração. Segundo Sabino, existe uma visão de que a lipo não é uma operação, quando, na verdade, trata-se de um procedimento de grande porte.

No Brasil, o Conselho Federal de Medicina precisou estabelecer um limite para que o procedimento seja realizado. Hoje, os médicos só podem aspirar de 5 a 7% de gordura. O cálculo é feito com base no peso.

“Por que o CFM estabeleceu isso? Houve um período em que se realizava com uma certa frequência um procedimento chamado ‘megalipoaspiração’, em que a paciente, muitas vezes acima do peso, procurava o cirurgião para fazer uma lipo, e o cirurgião utilizava isso como um método emagrecedor. Aspirava 10 litros de gordura, o paciente perdia uma quantidade grande de sangue e precisava de transfusão, havia o risco de morte”.

Em casos de cirurgias combinadas, a quantidade tem que ser ainda menor. Caso contrário, outras complicações podem aparecer.

“O cirurgião plástico tem que saber. Esse é um ponto. É inadmissível fazer uma cirurgia plástica e precisar de uma transfusão de sangue. Além disso, em alguns casos, há perfuração de órgãos. Isso é uma questão técnica, por isso insistimos: procure um cirurgião especializado, habilitado com dois anos de cirurgia geral e ao menos três anos de cirurgia plástica, porque esse deve ter tido treinamento suficiente.”

Ter referências do profissional e procurar informações sobre o hospital onde a cirurgia será realizada também é fundamental. Por fim, a orientação é que os pacientes não levem em consideração apenas o preço do procedimento.

“Existem uns buracos, com o perdão da expressão, que não são nem liberados pela Vigilância Sanitária. Tem vários casos que não tem essa liberação, ou que médico opera no consultório. Infelizmente, muitas vezes, as pacientes se apegam só no preço, procuram pessoas que não são médicas e em local inadequado, tudo por uma questão de ser o mais barato. O barato pode sair caro, e o caro não pode ser a vida ou uma sequela irreparável.”

Fonte: IG

Hidrolipo: veja os cuidados que o paciente deve ter ao escolher uma clínica para a cirurgia

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Atenção a preço abaixo do mercado, alvará incorreto e registro profissional estão entre as dicas do especialista

Por Larissa Medeiros

A hidrolipo consiste num procedimento cirúrgico para a retirada de gordura corporal. O uso dessa terminologia não é reconhecido pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP). Segundo o médico André Maranhão, diretor de Comunicação da SBCP, o procedimento corresponde à já conhecida lipoaspiração, e o novo nome surgiu para que a cirurgia pudesse ser realizada em consultórios:

— A hidrolipo não se diferencia em nada de uma lipoaspiração. A única diferença é que ela é feita em consultório. Hidrolipo, lipo laser, lipo HD é tudo lipoaspiração. Nós, da SBCP, não usamos essa nomenclatura, inclusive. Independentemente de ser clínica ou não, o procedimento deve ser realizado em ambientes seguros.

O local para a realização, de acordo com o médico, precisa atender alguns pré-requisitos determinados pelo Conselho Federal de Medicina, como ser realizado em centros cirúrgicos, hospitais e clínicas que tenham suporte para qualquer intercorrência do paciente. Além disso, é preciso pesquisar o currículo do profissional, além de buscar informações sobre o espaço e o preço oferecido pela clínica ou consultório.

Veja orientações para uma escolha segura
• O espaço deverá ter aprovação da Vigilância Sanitária estadual ou municipal para procedimento cirúrgico: geralmente, o alvará de permissão é exposto na recepção das clínicas. Caso não exista, o paciente pode — e deve — solicitar o documento. Não basta o alvará de consultório simples. O documento também pode ser consultado pela internet pelo CNPJ ou pelo nome da clínica no site da prefeitura ou da própria vigilância sanitária;

• O profissional precisa ser habilitado de acordo com as exigências do Conselho Federal de Medicina: o cirurgião deve ter a formação completa de 12 anos de formação, com seis anos de Medicina, três anos de cirurgia geral e três anos de cirurgia plástica. O currículo do profissional pode estar no site da SBCP (www2.cirurgiaplastica.org.br), caso seja credenciado, ou no portal do Conselho Regional de Medicina do local onde atua. É preciso que ele esteja cadastrado como cirurgião plástico;

• A clínica deve ter cuidados e equipamentos específicos: o espaço deverá ter uma sala exclusiva para a realização da cirurgia com foco cirúrgico, carro de anestesia, carro de parada cardiorrespiratória, suporte de monitores multiparamétricos, suporte de oxigênio, desfibrilador cardíaco, aspiradores cirúrgicos e central de material de esterilização. O alvará também exige que o espaço tenha uma lavanderia e uma sala de recuperação pós-anestésica;

• Verifique os exames solicitados: na lista de exames, é preciso constar hemograma completo, de coagulação, raio-X de tórax, avaliação cardiológica com eletrocardiograma e risco cirúrgico. O procedimento também não é indicado para qualquer pessoa. Pessoas que possuem o Índice de Massa Corporal (IMC) acima do 30 não devem se submeter a cirurgia;

• Sempre desconfiar de estruturas pequenas: o espaço deve ter mais de um profissional. É preciso ter um anestesista, além de seguir todos os requisitos citados acima;

• Atenção a preços muito baixos: uma lipoaspiração média custa de R$ 10 a 15 mil, procedimento indicado pela SBCP, e uma hidrolipo varia de R$ 1,5 a 2 mil reais. Na hora de ponderar a escolha, às vezes, o barato pode sair caro;

• O paciente não deve se submeter a muitas cirurgias em um curto espaço de tempo: a hidrolipo é vendida por área, ou seja, um procedimento para as pernas, outro para a barriga, outro para os glúteos e assim por diante. No momento da escolha da clínica, veja se há agendamento espaçado entre as cirurgias. Caso contrário, também desconfie.

Fonte: O Globo Online

Leia a matéria na íntegra

Espanha discute mudar lei para que só especialistas habilitados realizem cirurgias plásticas, estéticas e reparadoras, após morte de paciente

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Paciente morreu um mês após realizar procedimento estético com médico cardiologista. Segundo laudo do óbito, paciente teve vários órgãos perfurados após realizar lipoescultura. Brasil possui legislação semelhante

Uma mulher de 39 anos morreu em 1 de janeiro após passar um mês internada devido a complicações após realizar uma lipoescultura na cidade de Cartagena, na província e comunidade autónoma de Múrcia, no sudeste da Espanha. Embora o médico, um cardiologista, afirme ter realizado o procedimento corretamente, o laudo médico do hospital onde a paciente foi a óbito, relata várias perfurações no sistema gastrointestinal.

Este caso comoveu a população e suscitou um debate: de ser obrigatório que, para realizar uma cirurgia plástica, seja estética ou reparadora, o médico tenha, além da especialização em cirurgia geral, a especialização em cirurgia plástica.  De acordo com a lei espanhola vigente, na rede privada, qualquer médico que tenha concluído a especialização em cirurgia geral, está autorizado a realizar qualquer tipo de procedimento, incluindo estéticos e reparadores de cirurgia plástica. Na rede pública, somente especialistas realizam cirurgias plásticas.

Lei brasileira é semelhante

Assim como na Espanha, no Brasil a especialização também não é exigida. Qualquer médico, até mesmo clínico, pode realizar qualquer procedimento na medicina, desde que se responsabilize caso algo venha a acontecer com o paciente. O médico não pode, porém, se dizer especialista, caso não o seja.

Segundo a Lei 3.268, de 30 de setembro de 1957, no artigo 17, define que “Os médicos só poderão exercer legalmente a medicina, em qualquer de seus ramos ou especialidades, após o prévio registro de seus títulos, diplomas, certificados ou cartas no Ministério da Educação e Cultura e de sua inscrição no Conselho Regional de Medicina, sob cuja jurisdição se achar o local de sua atividade”, o que não limita que o médico se atenha a sua área de especialização. Isso faz com que, a exemplo que aconteceu na Espanha, várias pessoas morram após realizar procedimentos (em sua maioria estéticos) de cirurgia plástica com médicos não especialistas. Por aqui, a situação ainda é pior: não médicos têm realizado com frequência procedimentos de cirurgia plástica.

Há anos a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica tem questionado políticos e as entidades que representam a medicina, como AMB e CFM, sobre a mudança da lei para garantir mais segurança ao paciente. Enquanto isso, resta a SBCP consciente do seu papel na sociedade, zelar pelo aprimoramento da cirurgia plástica e realizar ações de conscientização para promover a segurança do paciente e da defesa da especialidade.

 

Com informações do G1

Embaixadores do Conhecimento

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Desde o segundo semestre de 2020, os médicos residentes em cirurgia plástica se tornaram protagonistas no debate científico sobre a especialidade por meio do programa “Embaixadores da RBCP”. Com a chancela da Diretoria da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e apoio do Departamento de Comunicação (DECOM), o programa conta com um time de residentes, com representatividade em todo o Brasil, para auxiliar e estimular a divulgação e interatividade em relação aos estudos publicados na Revista Brasileira de Cirurgia Plástica (RBCP).

A ideia de criar o programa, acolhida de imediato pelo Dr. Dênis Calazans e pelo editor-chefe da RBCP, Dr. Dov Goldenberg, surgiu a partir da experiência do Dr. Murilo Secanho, residente do terceiro ano na Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB). Murilo, que é Embaixador Residente no Conselho Editorial da Plastic and Reconstructive Surgery – Global Open, revista da Sociedade Americana de Cirurgia Plástica (ASPS), sentia que a SBCP poderia ter uma iniciativa semelhante à da ASPS para fomentar o conhecimento científico com residentes brasileiros. “No Congresso foi criar um formato ideal para a discussão dos artigos publicados na RBCP, em forma de debates online, que ganhou o nome “Master Class”. Nesses encontros, que ocorrem a cada 15 dias, a participação de residentes e coordenadores experientes gera um debate científico dos principais artigos publicados na revista científica da SBCP. Os artigos publicados e disponíveis online são discutidos para gerar uma análise crítica do DESC de 2020, eu encontrei o Dr. Dênis Calazans e sugeri criarmos algo parecido no Brasil, um conselho de residentes que serviria para estimular a produção científica e também divulgar o conteúdo da RBCP nas redes sociais. A ideia foi bem aceita por ambos”, relata o residente.

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A cirurgia plástica é quase uma psicanálise cirúrgica

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Professora Titular Emérita da UFRJ, a Dra. Talita recorda sua trajetória e fala sobre a evolução da prática e aumento do número de mulheres na especialidade

Por MADSON DE MORAES

A Dra. Talita Romero Franco entrou para a faculdade de medicina querendo ser psicanalista e saiu cirurgiã plástica. Por isso, conversar com ela é entrar em contato com uma pensadora de ideias provocadoras e mente aguçada.

Mas até hoje aquela futura psicanalista mora nas reflexões que faz sobre a cirurgia plástica. “É quase uma psicanálise cirúrgica porque trabalhamos o tempo todo com a emoção das pessoas”, diz Talita, natural do Rio de Janeiro e nascida em uma família que, desde o século 19, é formada por médicos.

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Dever Cumprido

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Os anos de 2020 e 2021 entraram para a história mundial como os anos em que enfrentamos a pior pandemia sanitária dos últimos 100 anos. Os efeitos foram inesperados e suas consequências, inesperadas. Conduzir a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), umas das sociedades de especialidades médicas mais antigas no país, foi uma tarefa repleta de intensos desafios e variados aprendizados. No último dia do 57º Congresso Brasileiro de Cirurgia Plástica, realizado em novembro em Maceió (AL), aproveitamos para conversar com a Diretoria Executiva da entidade, composta pelo Dr. Dênis Calazans (presidente), Dr. Leandro Pereira (secretário-geral) e Dr. Antônio Carlos (Tesoureiro). No bate-papo a seguir, os três falam dos desafios que a pandemia de Covid-19 trouxe, avaliam a volta do Congresso presencial e o legado que a gestão deixa para a próxima Diretoria.

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