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junho 2019

Presidente da SBCP fala sobre implantes de silicone no programa “Aqui na Band”

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No feriado do dia 20 de junho, o Presidente da SBCP, Dr. Níveo Steffen foi o convidado especial para falar sobre saúde no Programa Aqui na Band, jornalístico matutino ao vivo da Rede Bandeirantes, estrelado por Sílvia Poppovic e Luís Ernersto Lacombe. Além de explicar sobre os implantes de silicone e mostrar a diferença das próteses para cada tipo de implante, o Dr. Niveo fez uma ampla explanação sobre o tópico e esclareceu dúvidas do público que interagia com o programa.

É cada vez mais importante que a SBCP esteja perto da população, esclarecendo, interagindo e mostrando a importância da Cirurgia Plástica brasileira.

Clique e assista trechos da entrevista:

https://entretenimento.band.uol.com.br/aquinaband/videos/16664919/especialista-tira-duvidas-sobre-proteses-de-silicone

https://entretenimento.band.uol.com.br/aquinaband/videos/16664927/cirurgiao-explica-mitos-e-verdades-sobre-plasticas

https://entretenimento.band.uol.com.br/aquinaband/videos/16664930/conheca-os-diferentes-tipos-de-proteses-de-silicone

O médico colunista do programa, Dr. Fernando Gomes, o presidente da SBCP, Dr. Níveo Steffen, Sílvia Pooppovic, Luís Ernesto Lacombe e a chef Luiza Hoffman logo após o programa.

Época em que mais ocorrem acidentes com queimaduras, presidente da SBCP alerta sobre falta bancos de pele no país

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Por SBCP

Em junho, com as festividades juninas e tradições de queima de fogos e fogueiras, aumentam os casos de queimaduras no país. Quando a área queimada é muito grande e não é possível utilizar a pele do próprio paciente (autoenxerto), realiza-se o transplante de pele (aloenxerto), caso exista essa possibilidade. Isso porque o Brasil conta com apenas quatro deles: Porto Alegre, Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro e o estoque não é suficiente para atender a demanda nacional.

O Dr. Níveo Steffen, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e autor do livro “Manual Para Implantação de Banco de Pele Humana no Brasil”, afirma que o número de Bancos de Tecidos Pele no Brasil é muito pequeno e, considerando o baixo valor dos aloenxertos, “Seria muito importante que novos Bancos de Pele fossem abertos em todos os Estados da Federação, o que determinaria uma melhora significativa ao atendimento de pacientes queimados, minimizando o sofrimento e o quadro de dor, proporcionando em casos graves a manutenção da vida”, explica.

Realizado em casos de queimaduras graves, o transplante de pele pode ser decisivo para a sobrevivência do paciente. De acordo com o Ministério da Saúde, em 2017 a estatística anual de queimaduras era de aproximadamente um milhão. Em muitos desses casos, as vítimas são crianças com até 14 anos.

COMO É REALIZADO O TRANSPLANTE DE PELE?

O tecido aplicado no paciente funciona como um curativo biológico. Após a retirada da pele lesada (desbridamento) é realizado o transplante que irá substituir os tecidos carbonizados e mortos que foram retirados. “Essa nova pele proporciona alívio da dor e melhora clínica do paciente”, afirma Steffen. Em aproximadamente duas semanas, essa pele transplantada será eliminada pelo organismo, mas, neste estágio, já é possível utilizar a pele do próprio paciente para a cobertura das áreas queimadas.

CASOS HISTÓRICOS

Em 1961, em um dos maiores incêndios já ocorridos no Brasil, do Gran Circo Norte-Americano, em Niterói, o Brasil contava apenas com um Banco de Pele em São Paulo, da Unidade de Queimaduras do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Todo o estoque foi enviado para o atendimento das vítimas, mas não foi suficiente e a maioria da pele transplantada veio dos Estados Unidos.

Em 2013, o Banco de Tecidos da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, RS, fundado em 2005, foi fundamental para o atendimento das centenas de queimados em um incêndio na Boate Kiss, em Santa Maria. Esse mesmo Banco enviou peles para o tratamento das vítimas do incêndio em uma creche de Janaúba, Minas Gerais, em 2017, que deixou 13 mortos e mais de 40 feridos.

SOBRE A SBCP

A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica foi fundada em 1948, em São Paulo, com o objetivo de promover e aprimorar o estudo da cirurgia plástica no Brasil. Hoje, a SBCP é composta por aproximadamente 6.500 cirurgiões plásticos, entre titulares, associados e aspirantes a membros. Presente em todo o País, a SBCP possui regionais em 19 capitais do País promovendo o avanço da especialidade em jornadas, simpósios e Congressos, estimulando a pesquisa científica e sua publicação para promover o intercâmbio entre especialistas brasileiros e estrangeiros, pautados na densidade científica sempre em busca da segurança do paciente.

INFORMAÇÕES A IMPRENSA
DECOM – SBCP

Raul Kury – (11) 99882-9039 – imprensa@cirurgiaplastica.org.br
Diego Garcia – (11) 96852-0217 – diego@cirurgiaplastica.org.br

BLOG: O diferencial competitivo será cocriar uma experiência única para o cliente paciente

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Uma das maiores operadoras de saúde do Brasil, anunciou no mês passado, que iria descredenciar alguns hospitais de sua rede de atendimentos. Dentre esses hospitais estariam os mais renomados do país.

O que muitos podem pensar é que o motivo dessa descredenciamento seria devido unicamente à problemas ou questões relacionadas ao resultado do serviço prestado. A questão é muito mais profunda e reflete um momento de mudança de mindset e de paradigma. Uma disruptura dos modelos de remuneração do sistema atual.

BLOG: Campanha de São João – Conscientização e prevenção de queimaduras

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A cirurgia reparadora representa papel fundamental no tratamento de queimados. O cirurgião plástico realiza desde pequenos curativos até tratamentos mais complexos como enxertos e transplantes de pele. A área de queimaduras é tão ampla e abrangente, que a SBCP possui um Capítulo totalmente dedicado ao aprofundamento do estudo de técnicas e tratamentos e sempre contempla o atendimento aos queimados nas ações humanitárias que realiza durante todo o ano, em diversas cidades do País.

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BLOG: Obesidade é como um câncer

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“Um trabalho totalmente linear.” É dessa maneira que o presidente da International Federation for the Surgery of Obesity and Metabolic Disorders (IFSO), Almino Cardoso Ramos, faz um paralelo entre o trabalho do cirurgião bariátrico e do cirurgião plástico. O especialista recebeu a Plastiko´s em seu consultório e defendeu que o tratamento da doença crônica seja realizado de forma multidisciplinar e que a cirurgia plástica pós-bariátrica não pode, em hipótese alguma, ser confundida com uma cirurgia plástica estética. “Ela é reparadora, porque se dedica ao reparo das sequelas após um emagrecimento acentuado”, afirma o médico, ao defender a imediata cobertura dos planos de saúde e atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS) para esses pacientes.

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